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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: O artigo foca estritamente no planejamento financeiro e nas negociações do Corinthians, apresentando fatos e projeções sem juízo de valor sobre o desempenho ou moral da equipe.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Corinthians Memphis Depay Breno Bidon Yuri Alberto Rodrigo Garro André Marcelo Paz Esportes da Sorte Gabriel Correa

Conteúdo Original

Futebol Corinthians trabalha orçamento do segundo semestre sem Memphis Depay Fábio Lázaro Do UOL, em São Paulo 29/04/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Memphis tem contrato com o Corinthians até 20 de junho Imagem: Jota Erre/AGIF O Corinthians não conta com a permanência de Memphis Depay no orçamento do segundo semestre. Ao planejar as finanças para esta temporada, ainda no fim do ano passado, o grupo de reestruturação projetou um corte de R$ 6 milhões na folha salarial do elenco profissional — valor que corresponde exatamente ao custo mensal do atacante, incluindo salários e encargos. Desde que chegou ao clube, o executivo de futebol Marcelo Paz tem ciência dessa limitação orçamentária, mas nunca desistiu da possibilidade de manter o jogador após o término do vínculo atual, que se encerra em junho. Josias de Souza Boca-livre de político em jatinho é escandalosa Alicia Klein O futebol está destruindo sua classe trabalhadora Wálter Maierovitch CIA se preocupa com encontro Irã-Rússia José Paulo Kupfer Prévia da inflação reforça lentidão no corte dos juros Nesse cenário, a única alternativa para a renovação de Memphis é a viabilização de uma parceria comercial. Assim, uma eventual permanência a partir do segundo semestre não impactaria o orçamento do clube, ficando condicionada ao aporte do patrocinador. Ainda que, formalmente, o contrato fosse firmado com o Corinthians, o custo seria integralmente assumido por uma empresa parceira. Modelo depende de parceiro Segundo Marcelo Paz, Memphis está disposto a reduzir seus vencimentos para facilitar a renovação. Mesmo assim, os valores restantes precisariam ser cobertos integralmente por um patrocinador. A situação remete ao modelo adotado na contratação do jogador, quando o primeiro acordo de patrocínio máster com a Esportes da Sorte previa R$ 57 milhões destinados à chegada de um atleta de grande impacto midiático — no caso, Memphis Depay. Continua após a publicidade Na prática, porém, o repasse mensal da patrocinadora correspondia a cerca de 25% do salário do jogador. A expectativa era que o clube complementasse o restante por meio de acordos comerciais e exploração de produtos vinculados ao atleta, o que não se concretizou. No contrato atual, firmado em fevereiro, essa vinculação específica foi retirada. O custo mensal tenha permanecido atrelado ao orçamento do clube. Dívida e entraves comerciais A incapacidade de viabilizar receitas no modelo vigente resultou em uma dívida de R$ 42 milhões com Memphis Depay. O valor será parcelado e precisará ser quitado independentemente da permanência do jogador, saindo diretamente dos cofres do clube e sem possibilidade de compensação em um eventual novo contrato. Paralelamente, o departamento de marketing segue em busca de empresas interessadas em bancar a continuidade do atleta. Havia a expectativa de explorar a participação do jogador na Copa do Mundo em ações internacionais, mas o tempo reduzido tem dificultado a estratégia. Atualmente, algumas marcas sinalizam interesse em compor financeiramente, incluindo a própria Esportes da Sorte. Internamente, porém, a avaliação é de que dificilmente apenas uma empresa conseguirá arcar integralmente com os custos mensais, mesmo com eventual redução salarial. Continua após a publicidade Corte na folha e mercado Independentemente do desfecho envolvendo Memphis, o departamento financeiro projeta uma redução ainda maior na folha salarial. A meta é encerrar a temporada com despesas inferiores a R$ 30 milhões mensais. Embora o custo do atacante seja de cerca de R$ 6 milhões por mês, sua exclusão do orçamento impactará apenas metade do ano, gerando uma economia aproximada de R$ 3 milhões no total previsto. Por isso, a saída de outros jogadores com salários elevados também é considerada essencial. O planejamento inclui, ainda, a meta de arrecadar R$ 151 milhões com vendas de atletas. A ideia é substituir eventuais saídas por jogadores de menor custo ou oriundos das categorias de base, equilibrando a folha salarial. Recentemente, o clube contratou o analista de mercado internacional Gabriel Correa, com a missão de ampliar conexões no exterior. Entre suas atribuições está a identificação de oportunidades para valorizar e negociar atletas não apenas de maior visibilidade, como André, Breno Bidon, Rodrigo Garro e Yuri Alberto, mas também jogadores com menor projeção em mercados alternativos, como Turquia, Ásia e Oriente Médio. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Mais uma lesão: o futebol está destruindo sua classe trabalhadora Jorge Messias após veto para STF: 'Nós sabemos quem provocou tudo isso' Suspeitas levam São Paulo a adiar patrocínio e cogitar demissão de diretor Mirassol vence Always Ready com um a menos e embola grupo na Libertadores Trump diz que EUA avaliam reduzir tropas na Alemanha após críticas de Merz