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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: O texto é uma crítica severa ao desempenho e à falta de identidade da seleção brasileira na Copa do Mundo, apontando para um fracasso e perda de respeito.

Viés da Menção (Score: -0.6)

Motivo: A Espanha é apresentada como um exemplo positivo de recuperação após um resultado ruim, indicando uma tendência de melhora e capacidade de atingir o topo novamente.

Viés da Menção (Score: 0.5)

Motivo: A Argentina é usada como modelo de superação, saindo de um cenário de desorganização para se tornar campeã, o que sugere um viés positivo em relação à sua capacidade de reestruturação.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Futebol O Brasil depois do fiasco! Que lugar do mundo a seleção ocupa agora? Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 20/07/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Gabriel Magalhães e Erling Haaland durante Brasil x Noruega na Copa do Mundo Imagem: CAEAN COUTO/IMAGN IMAGES via Reuters O Brasil terminou a Copa do Mundo em 11º lugar, a pior classificação em 60 anos, desde o fiasco de 1966, quando foi eliminado na fase de grupos por Portugal e Hungria, à frente apenas da Bulgária. Não quer dizer que não possa voltar à elite na próxima edição, mas é preciso pensar sobre o que aconteceu, corrigir, planejar, mudar a maneira como se trabalha e se forma jogadores desde as seleções de base. Há quatro anos, a Espanha foi eliminada nas oitavas de final, terminou em 13º lugar. Agora, é a campeã. Em 2018, aconteceu o mesmo com a Argentina, 16ª colocada. Na Copa seguinte, venceu. Juca Kfouri A Espanha é bi em tarde lamentável da Argentina Yara Fantoni É inadmissível Rodri ser eleito melhor da Copa Arnaldo Ribeiro Paredes é um jogador medíocre, desleal Milly Lacombe As lágrimas de Messi e de Scaloni Os dois exemplos indicam que não é impossível o Brasil voltar a ser respeitado em breve. Mas sai da Copa sem o mesmo respeito, pela falta de resultados e pela ausência de identidade. "Eu gostava do Brasil quando tinha Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho. Agora, não faz diferença se é o Brasil ou outro time", disse motorista de Uber em Miami, na semana de Brasil x Escócia. É o que mais tem feito falta: gente que se identifique com a seleção brasileira. A comunidade do futebol, imprensa e torcida, olha para a seleção como quem observa o Japão, a Noruega ou a Bélgica. Tanto faz. O Brasil tem o prestígio de qualquer equipe, ou melhor, de uma equipe qualquer. É o que, antes de tudo, precisa mudar. Depois, voltar a vencer. A Espanha de 2022 perdeu para o Japão e foi eliminada por Marrocos. Não tinha prestígio pelo resultado, mas tinha identidade de jogo. A Argentina de 2018 é mais parecida com a situação do Brasil. Saiu de uma bagunça, sem resultado e sem identidade, para ser campeã quatro anos depois. O Brasil pode conseguir a mesma coisa. Só se tiver organização, planejamento e recuperação da maneira como forma suas seleções, desde a base até o profissional. Não serve ganhar a Copa América e ficar em primeiro nas eliminatórias. O país espera uma Copa do Mundo. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora PVC: 'A gente tem que redescobrir o futebol da América do Sul como cultura' É inadmissível o Rodri ganhar o prêmio de melhor da Copa EUA voltam a atacar o Irã pela nona noite consecutiva Com Ronaldos, Madonna anima Brasil nostálgico: amanhã vai ser melhor? De vaiados a penetras: o fim melancólico de Trump e Infantino na Copa