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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Palmeiras descarta tese dos chutões e goleia por confiança antes do Dérbi Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 04/02/2026 23h21 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Murilo, do Palmeiras, comemora gol durante partida contra o Vitória, na Arena Barueri pelo Campeonato Brasileiro Imagem: Marco Miatelo/Marco Miatelo/AGIF Não é verdade absoluta que o Palmeiras só joga com chutão. Lenda que se criou e que se fortalece como uma mentira repetida cem vezes. O gol da troca de passes de Andreas Pereira, Ramón Sosa e finalização de Flaco López, nos 3 x 1 sobre o São Paulo, repetiu-se de forma ainda mais clara contra o Vitória. Juca Kfouri A Nação não aprendeu com a Fiel e vaiou o Flamengo Casagrande Torcida perde a paciência com o futebol chato do Fla Josias de Souza Pesquisa sinaliza desejo de mudança do eleitorado Sakamoto É ano eleitoral e o fim da escala 6x1 vem aí No Choque-Rei, ainda houve quem argumentasse, contra a beleza da jogada, que nasceu de um contra-ataque, depois de recuperação de bola no campo de defesa. O Palmeiras deu 17 lançamentos contra o Vitória. O Flamengo, que é da troca de passes, deu 29 contra o Internacional. Quando os times estiverem em melhor forma técnica, a tendência é ser diferente. Contra o Vitória, Andreas Pereira trocou passes com Piquerez e o cruzamento pegou Maurício com o gol aberto 3 x 0, no final do primeiro tempo. Verdade que os dois primeiros gols nasceram de bolas paradas e que dos onze primeiros gols palmeirenses do ano, cinco foram de faltas, escanteios ou laterais. Mas o terceiro foi jogada coletiva e o quarto, de Allan, combinação com Andreas e infiltração com dribles. Procede dizer que o Vitória é frágil, ainda que o Palmeiras não tenha conseguido vencer este mesmo adversário nas duas últimas partidas no Allianz Parque — 0 x 2 em 2024, 0 x 0 em 2025. Tudo isso é parte do cardápio de uma equipe que precisa se fortalecer, montada com as contratações de 2025, algumas erradas, como Micael e Facundo Torres. Em que a defesa e o goleiro Carlos Miguel não dão confiança. Está claro que a equipe não está pronta. Continua após a publicidade Mas o novo time precisa de confiança e repertório. Marcar de bola parada e bola rolando, ter lançamentos longos em gramados ruins, como o de Ribeirão Preto, e trocas de passes em campos melhores, como o de Barueri. Está dando trabalho para ver a nova equipe jogar bem. Contra o Vitória, jogou. Importante para ganhar confiança, ainda que fundamental mesmo seja vencer os adversários mais difíceis. Como o Dérbi de domingo. O novo Palmeiras precisa ganhar confiança nos jogos fáceis e demonstrar que pode ser mais forte do que foi em 2024 e 2025 nas partidas contra os adversários mais fortes. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Apagão atinge parte de Cuba e deixa ao menos 4 províncias sem energia Savannah Guthrie grava vídeo para pedir prova de vida da mãe Assista ao golaço de Endrick, herói do Lyon em vitória na Copa da França Grêmio vira sobre Botafogo e vence jogo de 8 gols com show de centroavante Torcida perde a paciência com o futebol chato que o Flamengo vem jogando