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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Tamara Klink: 'Eu volto para minha avó' Milly Lacombe Colunista do UOL 29/12/2025 12h27 Deixe seu comentário Tamara Klink e sua avó, Anna Francesca Wolff Bandeira Imagem: Arquivo pessoal Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Faz uns dois anos que obcequei com a navegadora Tamara Klink. Desde que li seu livro "Nós", que conta a travessia solitária que ela vez do Atlântico em um barco à vela, busco saber sobre ela e suas navegações. No final de 2025, fui convidada para dar vida a mais um exemplar da Revista do Charlô, um anuário que sai perto do Natal e que é publicado pelo grupo Charlô. O trabalho me levou a trocar mensagens com Tamara para uma matéria de três páginas. Conversando com os editores, resolvemos, porque o espírito da publicação é o do Natal, falar sobre a relação de Tamara com sua avó materna, Anna Francesca Wolff Bandeira. Os vídeos que Tamara posta quando está em travessia começam sempre com a frase "Oi, vovó", que já virou um jargão. Então, fui atrás de saber mais a respeito dessa relação. Na época em que a procurei para a matéria, Tamara estava justamente passando uns dias em Parati com o namorado e com dona Anna. De lá, ela me contou um pouco sobre essa relação. Dona Anna foi a primeira pessoa para quem Tamara contou que navegaria em solitário. Foi logo depois de comprar seu primeiro barco, aos 23 anos. Tamara estava com muito medo da viagem que faria e sabia que se contasse para alguém que acabasse colocando os riscos em primeiro lugar ela talvez desistisse. Decidiu contar para a única pessoa que com a idade dela na época, 23 anos, tinha passado por uma imensa travessia, que era a de ser mãe. Foi falar com dona Anna. "Se você quer mesmo navegar em solitário, então prefiro te apoiar do que pensar que você pode passar o resto da vida arrependida de não ter ido", disse a avó. Wálter Maierovitch Sobre Moraes, Gonet se precipitou em arquivamento M.M. Izidoro A marolinha antes da grande onda verde-amarela Ricardo Kotscho Master: Moraes precisa explicar contrato da esposa Nelson de Sá China foge das guerras de 2025; EUA não dão trégua Desde então, Tamara, 28, já passou oito meses em solitário com o barco ancorado no Ártico e concluiu, em setembro de 2025, a travessia da Passagem Noroeste que a levou da Groenlândia ao Alasca. Tamara me contou que quando os projetos começam a se tornar longos a maior preocupação dela passa a ser saber se vai poder encontrar a avó na volta. "É para minha avó que eu volto", disse Tamara na nossa conversa. "Minha avó é mais importante do que navegar. Ela é uma das coisas mais importantes da minha vida". Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Três apostas acertam Lotofácil e levam R$ 1,6 mi cada; veja dezenas Ana Castela rebate publicação sobre motivos de término com Zé Felipe 'Vou pegar todo mundo', canta Ana Castela em karaokê após término de namoro Prêmio da Quina acumula e vai a R$ 7,5 milhões; veja números sorteados 'Doido de tesão': eu transei com goleiro no vestiário após partida