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Futebol 'Harry Kane iraniano' é cortado da Copa após foto com governante de Dubai Do UOL, em São Paulo 17/05/2026 17h54 Deixe seu comentário Resumo Sardar Azmoun, atacante da seleção iraniana Imagem: Majid Asgaripour/WANA O atacante Sardar Azmoun, 31 anos, foi cortado da seleção do Irã para a Copa do Mundo de 2026 após publicar no Instagram uma foto ao lado do governante de Dubai, Mohammed bin Rashid Al Maktoum, segundo o Daily Star. Azmoun teria sido removido do grupo por "um ato de deslealdade ao governo iraniano". A agência Fars News citou uma fonte interna da seleção afirmando que a exclusão ocorreu durante a guerra entre Estados Unidos e Israel, período em que o Irã bombardeou Dubai em retaliação a ataques aéreos. O jogador apagou a imagem, mas foi criticado na TV estatal. Ele atua pelo Shabab Al-Ahli, dos Emirados Árabes Unidos, e ficou fora da lista de 30 convocados para o torneio, que será realizado nos Estados Unidos, México e Canadá a partir de 11 de junho. Juca Kfouri Flamengo não aproveita tropeço do Palmeiras Josias de Souza Lula usa Washington Post para seduzir voto moderado Sakamoto Bomba sobre Flávio foi boa para um amigo do senador Milly Lacombe Campanha justa teria sido pela convocação de Fabio Azmoun marcou 57 gols em 91 jogos pela seleção iraniana e é apelidado de "Harry Kane iraniano". Ele participou das duas últimas Copas do Mundo pelo país e era considerado uma das principais referências ofensivas da equipe. Quem substitui Azmoun no ataque iraniano Mehdi Taremi será o líder da linha de frente. O atacante de 33 anos, que joga pelo Olympiacos da Grécia, soma 59 gols em 103 partidas pela seleção e é o capitão do time. O técnico Amir Ghalenoei disse que a convocação foi a decisão mais difícil da carreira. "Selecionar 30 jogadores para este treinamento final antes da Copa foi a decisão técnica mais difícil da minha carreira como treinador", afirmou. Ele garantiu ter escolhido os atletas com base apenas em critérios técnicos. Impasse com vistos ameaça participação do Irã A delegação iraniana ainda não recebeu os vistos para entrar nos Estados Unidos. A federação de futebol do país apresentou à Fifa dez condições para participar do torneio, incluindo a emissão de vistos para jogadores e dirigentes que cumpriram serviço militar na Guarda Revolucionária Islâmica, organização considerada terrorista no Canadá e nos Estados Unidos. Continua após a publicidade Taremi cumpriu dois anos de serviço obrigatório na Marinha da Guarda Revolucionária em 2012. O veterano Ehsan Hajsafi também serviu na organização, assim como o presidente da federação iraniana, Mehdi Taj, que foi barrado de entrar no Canadá antes do último Congresso da Fifa. A Fifa garantiu que as solicitações serão atendidas. A seleção deve passar por coleta de impressões digitais como parte do processo de visto antes da estreia contra a Nova Zelândia, em 15 de junho, em Los Angeles. O Irã também enfrenta Bélgica na mesma cidade e Egito em Seattle. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Furacão impede o Flamengo de aproveitar 100% o tropeço do Palmeiras Mulher que teve mão decepada diz como escapou de ataque: 'Me fiz de morta' Eduardo Bolsonaro nega contrapartida a Vorcaro e diz que se sustenta com 'renda passiva' Morre piloto de helicóptero da polícia baleado na testa por fuzil no RJ Com gol de goleiro, Bragantino vence Vitória por 2 a 0 e fecha rodada no G6