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Análise dos Times

Psg

Principal

Motivo: O artigo descreve o PSG como desinteressado e sem motivação real para vencer a final, focando na baixa relevância do torneio para o clube francês.

Viés da Menção (Score: -0.7)

Motivo: O Flamengo é apresentado como estando em boa fase e com maior interesse no torneio, o que pode facilitar o jogo. O viés é levemente positivo por ser o 'underdog' contra um adversário desinteressado.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Botafogo Corinthians Chelsea Paris Saint-Germain Real Madrid Ousmane Dembélé Luis Enrique Copa Intercontinental Fifa Marquinhos Achraf Hakimi Khvicha Kvaratskhelia

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Mundial perde força, e PSG não tem muitos motivos para levar final a sério Rafael Reis Colunista do UOL 17/12/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Khvicha Kvaratskhelia é um dos principais jogadores do PSG, finalista da Intercontinental Imagem: Benoit Tessier/Reuters O Paris Saint-Germain não tem lá muitos motivos para tratar a decisão da Copa Intercontinental, contra o Flamengo, hoje, em Al-Rayyan (Qatar), com a seriedade e dedicação costumeiramente depositadas em uma final de campeonato. Existe o profissionalismo, aquela vontade natural de vencer todos os jogos que se disputa, e também o desejo de conquistar um título que é inédito para o clube. Mas não vai muito além disso. O PSG sabe que ninguém vai começar a tratá-lo como a melhor equipe de futebol do planeta simplesmente porque derrotou o Flamengo. E que também não irá deixá-lo de vê-lo assim em caso de uma derrota para o vencedor da Copa Libertadores da América. Ou seja, se perder, paciência. Daniela Lima Ou direita se soma a Flávio ou o convence a apoiá-la Sakamoto Flávio joga água fria em Tarcísio e no centrão Alexandre Borges 'Cancelamento' do SBT por Zezé expõe a direita 'woke' Alicia Klein The Best: a Fifa não cansa de passar vergonha Para ser mais direto, na cabeça francesa, não haverá tanta "gente que importa" assim (além dos seus próprios torcedores, é claro) de olho no que vai rolar no estádio Ahmed bin Ali. Se os europeus já não tratavam a Intercontinental como um grande evento do calendário (ao contrário dos sul-americanos) antes da criação do novo Mundial de Clubes da Fifa, agora esse desprezo se intensificou. Afinal, já não dá nem mais para se chamar de "campeão mundial", pelo menos não com muita seriedade, no caso da conquista do título. Independente de quem vença o confronto desta tarde (noite no Qatar), o posto de número um do planeta continuará oficialmente nas mãos do Chelsea, que venceu o torneio de 32 equipes disputado entre junho e julho -derrotando o PSG na final, inclusive. Dá para o Flamengo? O interesse menor do PSG pela Intercontinental pode acabar facilitando a vida do Flamengo, que vive grande fase e vem de dois troféus importantes conquistados nos últimos 20 dias (Libertadores e Brasileiro). Continua após a publicidade Relacionadas Mais rica do mundo, Copa do Brasil paga 400% mais que FA Cup ao campeão PSG joga na casa dos donos pela 2ª vez, e Flamengo vira visitante na final Flamengo melhor que o PSG? Desempenho recente aponta que sim Os próprios franceses já sentiram recentemente como é encarar um representante do futebol pentacampeão mundial sem estar com a dedicação no nível máximo. Em junho, na fase de grupos do Mundial, deixou alguns titulares no banco e perdeu por 1 a 0 para o Botafogo. Desta vez, Luis Enrique não deve deixar ninguém de fora. Pelo menos, não por opção. O lateral direito Achraf Hakimi, uma das peças-chaves para o funcionamento da equipe, sequer viajou para o Qatar por estar machucado. Já o capitão Marquinhos e o artilheiro Ousmane Dembélé estão no Oriente Médio e podem ser utilizados. No entanto, também não estão na melhor condição física. Copa Intercontinental Ao contrário do Flamengo, que já está no Qatar há mais de uma semana e precisou passar por Cruz Azul e Pyramids para se qualificar à decisão do Intercontinental, o PSG ainda nem estreou na competição. O direito de o representante da Europa jogar só uma partida, justamente aquela que vale o título, foi o que garantiu a continuidade de um torneio anual reunindo todos os campeões continentais, mesmo depois da criação do novo Mundial de Clubes. Continua após a publicidade O novo formato do "velho Mundial" estreou no ano passado e consagrou um europeu como campeão, o Real Madrid. Aliás, desde 2012, quando o Corinthians desbancou o Chelsea, todos os torneios destinados a escolher o melhor clube do planeta organizados pela Fifa sempre tiveram o mesmo desfecho, com a taça indo para o Velho Continente. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rafael Reis por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Poliglota e estourado nas redes: Como Ronaldo escolheu Andreas por parceria Câmara aprova corte de benefícios fiscais com taxação de bets e fintechs Recuperado, sacrifício e dosado: trio GYM leva Corinthians ao auge na final Nova CNH começa com exame relâmpago, sistemas travados e preços mais baixos Perícia do MPF diz que data center de R$ 200 bi do TikTok no CE omite danos