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Foi um dia de acompanhar o Palmeiras pela lente da base e das oportunidades de mercado: Eduardo Conceição, atacante de 16 anos, está no radar de gigantes europeus e o clube já fixa a meta de 50 milhões de euros para definir o futuro do garoto, entre valores fixos e variáveis. Eduardo foi destaque no Sul-Americano sub-17 e também na Copinha, com interessados apontados por PSG, Barcelona, Arsenal, Chelsea, Liverpool e Manchester City. O Palmeiras informou que a multa rescisória para o exterior é de 100 milhões de euros e que o atacante já assinou contrato profissional até janeiro de 2029, apesar de Eduardo ainda não ter tido chances no time principal com Abel Ferreira. Enquanto isso, a base permanece no centro das atenções, com o olho no futuro que pode passar pelos grandes da Europa. Do lado externo, a novela de naming rights do Allianz Parque ganhou contornos de voto popular: Nubank e WTorre abriram a votação para a torcida escolher o novo nome da arena, com as opções Nubank Parque, Nubank Arena ou Parque Nubank. A votação está aberta, cada voto é registrado com CPF, e o encerramento está marcado para 30 de abril. O cenário é o seguinte: o acordo de naming rights atual prevê cerca de US$ 10 milhões por ano por oito anos, e o Nubank assumiu o contrato para pagar o dobro, mantendo, até lá, o Allianz Parque como referência. Na esfera de cobranças, o Palmeiras acionou a CNRD para cobrar do Fortaleza 225 mil euros relativos à venda do zagueiro Gustavo Mancha, com vencimento até novembro de 2025; já foi paga a maior parte, cerca de 825 mil euros, com atraso de um mês. O Fortaleza vendeu Mancha para o Olympiacos por 28,3 milhões de reais, e o Verdão tem direito a 50% dos 15 milhões envolvidos na negociação. Além disso, o Palmeiras aguarda a primeira parcela do repasse de Breno Lopes ao Coritiba, enquanto a novela de Gustavo Mancha se desenrola no cenário europeu e brasileiro.