Conteúdo Original
Ontem, o Santos entrou no roteiro de crise que tem marcado a temporada, com Neymar ainda fora de campo, treinando no CT Rei Pelé e, curiosamente, roubando a cena sem ter atuado — a atenção girou em torno da sua ausência e da camisa retrô que chamou a atenção na transmissão [ ]. Em campo, o elenco de Juan Pablo Vojvoda buscou a segunda vitória da temporada, mas ficou no empate e somou um ponto em meio à triste marca de sete jogos sem vencer; a jogada do empate começou com Adonis Frías, contou com o desvio de Rafael, e pôs Calleri na rede na recomposição do segundo tempo. Também ficou clara a curiosidade central: será que a ausência de Neymar explica ou não a má fase? A matéria destaca a camisa retrô do craque como símbolo de um glamour que não se traduz em gols, enquanto o torcedor se pergunta se o retorno dele trará um fôlego novo para o time e para a seleção — uma esperança que, segundo a cobertura, não depende apenas dele, mas de uma resposta coletiva do Santos [ ]. Já a segunda matéria, sobre 2026, revela um Santos em início de temporada difícil sob o comando de Vojvoda: apenas uma vitória na campanha, posto 15º no Brasileirão e 14º no Paulistão; o time também não venceu nenhum clássico em 2026, acumulando um aproveitamento de apenas 16,7% nos duelos com rivais diretos. O histórico recente aponta três vitórias, dois empates e três derrotas em sete clássicos, refletindo um aproveitamento de 45,8% e um cenário que exige soluções rápidas para não afundar na liderança das competições [ ]. O próximo desafio, já marcado para o fim de semana, é o confronto entre Noroeste e Santos pela sétima rodada do Paulistão; a partida está agendada para 08/02/2026, às 16h, no Estádio Alfredo de Castilho, em Bauru (SP), mantendo a narrativa de um time buscando resposta imediata para atravessar a fase e retomar o caminho das vitórias [ ].