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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: O artigo descreve a atuação do Corinthians como frustrante e aponta a decepção da torcida, sugerindo um desempenho abaixo do esperado.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Motivo: O Vasco é apresentado como ligeiramente favorito, demonstrando mais consistência e insinuante em campo, apesar do resultado inicial de empate.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Vasco Corinthians Dorival Júnior Maracanã Copa do Brasil Fernando Diniz Yuri Alberto Coutinho Garro Memphis Itaquera Juca Kfouri

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Corinthians frustra a Fiel e Vasco assume ligeiro favoritismo Juca Kfouri Colunista do UOL 17/12/2025 23h33 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Corintianos e vascaínos, naturalmente empolgados com a classificação para as finais da Copa do Brasil em emocionantes disputas de pênaltis, chegaram em Itaquera esquecidos de que seus times vinham de derrotas nos jogos de volta das semifinais. E que terminaram em 13º e 14º lugares no Brasileirão. Tudo bem. É assim mesmo que torcedor funciona. Juca Kfouri A ironia cruel dos pênaltis perdidos PVC Fla valente, mas PSG é o primeiro francês campeão Josias de Souza Lula usa e abusa da máquina governamental Marco Antonio Sabino A maior lição para as empresas no caso da Enel O corintiano com a certeza da manutenção da freguesia cruz-maltina. Classificação e jogos Copa do Brasil O vascaíno certo de que era hora de enterrá-la e conseguir a primeira vitória na casa do rival no nono jogo entre os dois, sete derrotas e um empate. Nem no Maracanã o Vasco tem vantagem, com nove vitórias para cada lado e, em São Januário, a vantagem é de apenas uma vitória, 13 a 12. De um lado o clube que ficou marcado pela Democracia Corinthiana e, do outro, pela postura antirracista. Os dois em péssima situação financeira, com dívidas exorbitantes e sem dar sinal de mudança de rota, irresponsáveis nas gestões. Quando a bola rola, é sabido, tudo é esquecido, e a eventual conquista do título anestesia a preocupação, algo que cabe ao jornalismo não permitir que aconteça. Continua após a publicidade Os paulistas em busca do quarto título na oitava participação em finais, e os cariocas do segundo, na terceira decisão. Bola rolando com cinco minutos de atraso, às 21h35. Os dois com o que têm de melhor como titulares, Garro e Coutinho como capitães. Lei do ex só com o zagueiro Robert Renan. Nos bancos, dois ex mal-sucedidos treinadores da Seleção Brasileira, mas campeões da Libertadores, Dorival Júnior pelo Flamengo, Fernando Diniz pelo Fluminense. Dorival também ganhou três Copas do Brasil, pelo Santos, São Paulo e Flamengo. Continua após a publicidade Dez primeiros minutos tensos, estudados, cautelosos, defesas predominantes. Se a Fiel esperava aquela pressão inicial habitual, frustrou-se. Bidon, aos 13 minutos, teve a primeira chance clara de gol, fruto de pressão de Memphis sobre Cuesta, mas com má finalização de dentro da área. Quatro minutos depois, em claro impedimento, Rayan fez o gol prontamente anulado. O lance animou o Vasco que logo deu duas pontadas perigosas, mostrando que não se intimidava em ambiente hostil. Os corintianos erravam passes diante da marcação vascaína. Continua após a publicidade Memphis marcava a saída de bola como não é comum e bronqueava com o time. Aos 25 foi a vez de Memphis fazer o gol anulado por impedimento claro. O Vasco começou a abusar de faltas nos lados do gramado, sempre um perigo nos pés de Garro em jogadas ensaiadas, exatamente como aconteceu no gol bem anulado. O Vasco seguia melhor, mais insinuante e se aproveitava dos constantes erros corintianos. O meio de campo visitante encaixotava o do anfitrião e o que se via era um Dorival Júnior nervoso e um Fernando Diniz tranquilo. Quando o primeiro tempo terminou, os goleiros não haviam feito uma defesa sequer, com sete finalizações cariocas e apenas três paulistas. Continua após a publicidade As duas maiores emoções ficaram por conta dos gols anulados. A Fiel esperava que o time repetisse o segundo tempo jogado contra o Cruzeiro. E a turma da Casaca torcia para a manutenção da superioridade como demonstrada também contra o Fluminense. Se o primeiro tempo começou com cinco minutos de atraso, o segundo começou com outros cinco, 20 de intervalo. Ninguém mexeu e o Vasco seguiu mais agressivo desde o início. Jogadores como Carrillo e Vitinho deveriam estar nos planos, restava saber quando. Continua após a publicidade Aos 4 minutos, primeira defesa do jogo, com Léo Jardim em arremate mascado de Yuri Alberto. Carrilo e Maycon nos lugares de Martinez e Bidon, aos 7, para tentar ganhar o meio de campo perdido. As defesas seguiam absolutas e o clássico só não dava sono porque havia muito em jogo para manter a tensão e corintianos e vascaínos, ao menos, acordados. Vitinho permanecer no banco em jogo em que a bola não chegava em Yuri parecia cegueira incompreensível. A Fiel dava sinais de irritação com tantos passes errados e o Vasco desfrutava de conforto surpreendente. Aos 20 minutos, a disputa não atava nem desatava, como se os 22 jogadores tivessem combinado de deixar tudo para o Maracanã, no domingo que vem, às 18h. Continua após a publicidade Aos 21, Cauan Barros cabeceou na trave escanteio batido por Coutinho. E Vitinho, enfim, mais André, entraram para as saídas de Garro e Raniele. O Corinthians completava o quarto jogo seguido sem vencer em Itaquera e o coração cruz-maltino batia mais forte que o corintiano. Um escanteio batido por Memphis, fruto de rara triangulação pela esquerda, resultou em cabeceio perigoso de Gustavo Henrique. A bola parada era a única arma, diante de mais de 47 mil torcedores. Vegetti em campo no lugar de Nuno Moreira, aos 33. Aos 35, com s pés, Léo Jardim fez milagre cara a cara com Yuri, mas havia impedimento no início da jogada. Continua após a publicidade Como derradeira cartada, Dieguinho substituiu Memphis, aos 38. Ninguém gostou, nem o holandês, nem a Fiel. As duas maiores torcidas brasileiras viviam uma quarta-feira frustrante. A quinta não, porque lotará o Maraca e viu seu time ser melhor. Coutinho saiu aos 44 e Matheus França entrou. Nada está resolvido, é claro, mas o ligeiro favoritismo agora pende para o lado vascaíno. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Sexo a 10 mil metros: casal realiza fantasia em primeira classe de avião Corinthians e Vasco empatam sem gols em 1º jogo da final da Copa do Brasil Quatro apostas acertam Lotofácil e ganham R$ 1,1 milhão; confira dezenas Senado aprova PL da Dosimetria, que reduz pena de Bolsonaro, e vai à sanção Senado aprova corte de benefícios fiscais com taxação de bets e fintechs