Foi dia de orgulho no Vasco: Rayan, atacante lançado pela Barreira do Vasco, foi convocado pela seleção brasileira para a primeira Copa do Mundo, promessa que Fernando Diniz fez na primeira conversa entre eles no clube [fonte 1].
O tom da notícia não era apenas técnico: "Ele me disse: 'Vou te colocar na seleção brasileira'", disse Rayan, repetindo o que o treinador prometeu naquele encontro e deixando claro que aquela confiança ganhou corpo desde então [fonte 1].
Rayan, segundo o relato, é o jogador mais jovem do grupo — 13 dias mais novo que Endrick — e, assim que o anúncio saiu, ligou para Diniz para agradecer pela ajuda: "Ele é paizão, se deixar, ele me liga quase todo dia" [fonte 1].
No Bournemouth, desde que chegou à Inglaterra, o ex-vascaíno não viu o time perder por quatro meses, acumulando 5 gols e 2 assistências em 15 jogos, uma confirmação de que a adaptação rápida existiu de fato [fonte 1].
O primeiro gol pela seleção veio no amistoso contra o Panamá, diante de mais de 70 mil pessoas no Maracanã; e a trilha sonora da história — o hit criado por MC Darlan — ganhou as arquibancadas vascaínas e, aos poucos, a memória da equipe brasileira [fonte 1].
Casar antes de embarcar para a Inglaterra, aos 15 anos, também compõe o retrato daquela família tão ligada ao Vasco: o pai Valkmar já defendeu o Cruzmaltino, e a mãe trabalhava na piscina do clube; a Barreira, o São Januário e a própria relação com a torcida alimentam a história do jovem Rayan, que carrega o sonho no pé e o escudo no coração [fonte 1].
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