Vasco fechou um acordo de sete anos com a Nike, um passo que promete reposicionar o clube no mercado mundial [fonte 1].
O contrato prevê um valor mínimo de 250 milhões de reais ao longo de sete anos, o que equivale a cerca de 35 milhões por temporada; a gestão anterior com a Kappa era fixa em 600 mil por ano, mais 13% em royalties de vendas [fonte 1].
A Nike quer colocar o Vasco nas principais lojas do mundo — Estados Unidos, Ásia e Europa — integrando o clube à rede global da marca, decisão anunciada pela Nike Football e comentada pela diretoria do Vasco [fonte 1]. A campanha já traz Rayan narrando e Philippe Coutinho aparecendo no vídeo, reforçando o peso mundial da parceria; no Brasil, apenas a Seleçao e o Corinthians têm esse tipo de acordo também [fonte 1].
Em menos de 10 horas, o anúncio já superou 6,5 milhões de visualizações, número celebrado pela Nike e pelo Vasco; para comparação, o vídeo do acordo com o Atlético-MG em duas semanas teve 2 milhões [fonte 1].
As camisas 1 e 2 do Vasco terão golas pretas, bordas das mangas pretas e o logo da Nike branco na camisa preta e preto na branca; a data de lançamento ainda não está confirmada, e a ideia é estrear no Campeonato Carioca com as novas peças. Para 2026, a base usará peças temporárias da Nike na Copa São Paulo de Futebol Júnior, decidido entre marca e clube, garantindo que o elenco profissional possa estrear com os uniformes oficiais na abertura do estadual; as peças temporárias serão exclusivas para uso em campo e não comercializadas [fonte 1].
A gestão de Pedrinho entendia que os valores com a Kappa estavam abaixo do que o Vasco deveria ter no mercado, motivando a aposta na Nike como salto de arrecadação e vitrine mundial [fonte 1].
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