Ontem, o São Paulo iniciou o dia com o roteiro dos bastidores já em ativo: a janela de transferências abre em 20 de julho e o clube, sob o olhar atento de Dorival Júnior de volta ao comando técnico, busca reforços para o restante da temporada [fonte 1].
No front interno, Rui Costa comanda o planejamento com a serenidade de quem sabe as contas: a prioridade são atletas livres, empréstimos ou trocas, e a lista de monitorados passa de 50 nomes para chegar ao elenco com mais definição quando as inscrições começarem [fonte 1].
No radar internacional, Domingos Duarte, zagueiro do Getafe, integra o nosso noticiário: o contrato do jogador termina em 30 de junho, e o São Paulo avalia uma proposta para reforçar a defesa [fonte 1].
Para o ataque, as coisas parecem mais adiante: Victor Sá, atacante de 32 anos que defendeu o Krasnodar, está na mira com uma proposta oficial que prevê contrato até 2029 e bonificação caso o São Paulo avance à Libertadores [fonte 1].
No campo das saídas, o planejamento financeiro já trouxe resultados: Rodriguinho foi vendido ao Red Bull Bragantino por US$ 3 milhões e Erick ao Vitória por cerca de R$ 6,3 milhões; Bobadilla, com 60% dos direitos federativos do São Paulo, pode ganhar visibilidade na Copa para atrair propostas futuras [fonte 1].
E para segurar o planejamento, o Conselho Deliberativo aprovou um orçamento de R$ 180 milhões em vendas na temporada, deixando claro que o lucro do mercado precisa sustentar as ações de reforço para o elenco [fonte 1].
É essa somatória de continuidade, risco calculado e apostas estratégicas que promete manter o São Paulo vivo na nossa crônica do dia a dia, enquanto o zigue-zague do mercado ainda desenha o mapa do que vem pela frente [fonte 1].
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