O dia em que o São Paulo abriu as cortinas começou sob o signo do suspense: o rumor de retorno do tal "Homem" voltou a circular, com a leitura de Juca Kfouri destacando a possibilidade de Arboleda retornar ao Tricolor. A narrativa ganhou fôlego ao longo da tarde com a promessa de uma coletiva vespertina que poderia esclarecer o mistério (com o desfecho ainda em aberto) [fonte 1].
Do lado político, a oposição ao comando atual ganhou contornos: Rogério Caboclo, ex-presidente da CBF, surge como principal aposta para a presidência do São Paulo, com Vinícius Pinotti como vice, segundo relatos que já falam em cerca de 120 conselheiros apoiando a chapa. Outros nomes citados no bastidor, como Caio Forjaz, aparecem como possibilidades para liderar o Conselho, enquanto o movimento envolve ainda Dáurio Speranzini, Adilson Alves e outras figuras relevantes — tudo marcado pela incerteza típica de eleições que se aproximam [fonte 2].
Já em campo, a imprensa registrou a chegada de Dorival Júnior ao comando: ele inicia trabalhos nesta segunda-feira, em sua terceira passagem pelo clube, com a tarefa de devolver confiança ao elenco. O plano é curto — apenas quatro jogos até a Copa Sul-Americana — começando pela estreia contra Millonarios (COL) no Morumbi, seguido de Botafogo, Boston River e Remo, tudo sob contrato válido até dezembro por conta das eleições que cercam o clube. Milton Cruz, interino, sinaliza a confiança na capacidade de Dorival de organizar o time e devolvê-lo à performance desejada [fonte 3].
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