Ontem, o São Paulo escreveu um capítulo de crise que parecia ensaiado: a eliminação para o Juventude na Copa do Brasil selou a demissão de Roger Machado, encerrando um ciclo de 17 jogos e abrindo as perguntas sobre o que vem pela frente. [fonte 1] fonte 1.
No Morumbi, a decisão não foi apenas técnica. Rui Costa, Rafinha e Harry Massis Jr. subiram o tom, apostando que encerrar a crise exige responsabilidade compartilhada e memória da torcida — uma leitura que, segundo a matéria, pode não convencer a arquibancada. [fonte 1] fonte 1.
Enquanto o calor da demissão ainda corria solto, o cenário ganhou o fôlego de Dorival Júnior. O São Paulo aposta em trunfos para o retorno do técnico, valorizando a capacidade de reorganizar o ambiente, a boa relação com lideranças do elenco e o vínculo histórico com o clube desde a conquista da Copa do Brasil de 2023. [fonte 2] fonte 2.
Mas o detalhe financeiro não é menos importante: o clube discute o custo de contratar Dorival, que, segundo a apuração, estaria em patamar muito próximo de R$ 2,8 milhões a R$ 3 milhões mensais para ele e sua comissão, um valor muito superior ao que Roger Machado recebia. [fonte 2] fonte 2.
A crônica do dia também traça a dimensão histórica do momento: o São Paulo se tornou o primeiro time da Série A a demitir dois técnicos em 2026, após Hernán Crespo em março e Roger Machado agora. A reportagem lista ainda o quadro de demissões pelo Brasileirão e sinaliza que nomes como Domínguez e Ceni surgem no radar. [fonte 3] fonte 3.
Entre reflexões sobre gestão, memória da torcida e o peso das decisões, fica o recado de que o clube precisa reconquistar credibilidade mantendo diálogo com o torcedor — para não transformar desejo em crise permanente. [fonte 3] fonte 3.
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