Dia de números que pesam no futebol praticado com o coração. No São Paulo, a pauta principal não foi apenas o jogo desta quarta-feira, mas o custo do comando: Roger Machado custa ao clube cerca de 700 mil por mês sozinho, somando toda a comissão técnica fica em torno de 1 milhão, bem menos do que Dorival Júnior recebia no Corinthians, segundo o UOL Esporte [fonte 1], [fonte 1].
Forte pressão do dia: apesar da derrota para o Corinthians, a diretoria decidiu manter Roger Machado no cargo, uma decisão repetida em rodas de conversa no CT da Barra Funda sob condução de Rui Costa. A mensagem interna, descrita como boa pelos interlocutores, foi interpretada como blindagem ao treinador [fonte 1], [fonte 1].
Além do técnico, o dia trouxe números que pesam no passivo: a contabilidade de 2025 aponta cerca de 12 milhões em pendências com Zubeldía e Crespo; o rombo de 7 milhões sem justificativa levou a reprovação no Conselho Deliberativo; o substituto do argentino, Crespo, assumiu antes de concluir as tratativas da saída de Zubeldía, gerando 4,5 milhões em custos de rescisão [fonte 1], [fonte 1].
Entre as cenas do dia, o CT da Barra Funda aparece como palco das conversas que reforçam a proteção ao treinador; interlocutores classificaram a reunião como boa e o tom de confiança manteve-se, mesmo diante da possibilidade de eliminação na Copa do Brasil. A pauta financeira e o futuro de Roger convivem sob o mesmo telhado, lembrando que o clube precisa fechar contas para a temporada seguir.
Fecho do dia: o clube mantém a linha de não demitir Roger, enquanto encara a Copa do Brasil contra o Juventude como teste importante para o caminho da temporada.
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