O dia do São Paulo ganhou contornos de relatório com sabor de torcida: o clube fecha as operações em torno de um passivo de cerca de 12 milhões de reais, resultado das demissões de Zubeldía e Crespo, segundo documentos de 2025 [fonte 1].
O caixa, aliás, apresenta números que conversam entre si: aproximadamente 7,5 milhões de reais devem a Luis Zubeldía, entre multa rescisória e valores adicionais ligados à comissão técnica; já Hernán Crespo figura com custos de rescisão que elevam o passivo, somando mais 4,5 milhões, mantendo o retrato de um clube que paga pela renovação forçada. Tudo isso, somado, aponta para um débito que beira os 12 milhões [fonte 1].
No campo administrativo, a diretoria, com Rui Costa ganhando protagonismo na saída de Crespo e na contratação de Roger Machado, encara a multa rescisória de Roger, estimada em torno de 2 milhões, como parte de um cenário onde mudanças no departamento de futebol ainda são avaliadas — uma decisão que pode reverberar no Morumbi e além [fonte 1].
A torcida respira o dia com o peso das cifras, entre a nostalgia dos nomes que partiram e a cautela de quem observa o que vem pela frente: a cada número, a sensação de que o clube precisa decidir rápido entre manter o equilíbrio financeiro ou apostar em mudanças que possam moldar o futuro da equipe, sempre com o olhar voltado ao Morumbi e aos próximos passos do elenco [fonte 1].
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