Ontem, o São Paulo traçou o dia com números que não mentem: 152 cruzamentos em cinco jogos sob Roger Machado, com apenas 20 encontrando um companheiro e aproveitamento de 13,16%. O retrato é claro: o time depende, ainda, de bolas erguidas à área, enquanto busca caminhos pelo centro e entre linhas. [fonte 1]
Na estreia de Roger, contra a Chapecoense, o Tricolor somou 38 cruzamentos, 7 certeiros. Em seguida, no triunfo sobre o Bragantino, foram 13 cruzamentos e apenas um preciso, aquele que resultou no gol de Calleri. A derrota para o Atlético-MG teve 20 tentativas, com apenas um cruzamento bem-sucedido. [fonte 1]
No clássico com o Palmeiras, o São Paulo ergueu 41 bolas para a área, mas apenas três chegaram a um jogador tricolor. Já no empate com o Internacional, foram 40 cruzamentos, com oito certeiros. [fonte 1]
Roger Machado assumiu o diagnóstico: o volume de cruzamentos está acima do desejado e a ideia é abrir mais opções pelos lados, incluindo reposicionar Cauly para o meio para conectar melhor as jogadas. [fonte 1]
O elenco reconheceu o desafio também, com Wendell destacando o excesso de bolas lançadas e admitindo que o primeiro tempo foi difícil para encontrar espaço, depois de as mudanças terem feito o time melhorar; Ferreirinha entrou no segundo tempo e ajudou a avançar. [fonte 1]
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