Foi um dia de bastidores no São Paulo, com conselheiros movendo peças para frear a renovação do patrocínio com a New Balance e exigir esclarecimentos do marketing, conforme a pauta da reunião extraordinária marcada para o dia 6. [fonte 1]
Além da data, o foco financeiro girou em torno da multa rescisória de 200 milhões de reais, a duração até 2032 e os gatilhos de royalties, enquanto a avaliação interna aponta que a gestão sofreu um revés no Conselho Deliberativo — 210 a 24, segundo o relato disponível. [fonte 1]
Do lado esportivo, o São Paulo fechou com o Botafogo o empréstimo de Artur até o fim da temporada, com o clube carioca recebendo 40% da remuneração e o tricolor arcando com 60%, e com a possibilidade de cashback dependendo de metas de jogos. Se as metas forem alcançadas, o São Paulo paga metade ou integralmente o valor desembolsado. O acordo ainda prevê uma opção de compra de 6 milhões de euros para manter 60% dos direitos, caso haja proposta do exterior. [fonte 2]
Junto às cifras, o dia trouxe um retrato da gestão: dúvidas, cautela e expectativa de que a votação se sustente, com a possibilidade de aprovação da renovação, convivendo com o pragmatismo financeiro de um negócio de patrocínio. A narrativa dos bastidores reforça que a postura do clube pode oscilar entre resistência interna e a busca por equilíbrio esportivo e financeiro. [fonte 1], [fonte 2]
Palmeiras
Flamengo
São Paulo
Corinthians
Atlético-MG
Athletico-PR
Bahia
Botafogo
Bragantino
Cruzeiro
Cuiabá
Fluminense
Fortaleza
Goiás
Grêmio
Internacional
Juventude
Santos
Vasco
Vitória