O dia do São Paulo começou com a derrota para o Palmeiras na semifinal do Paulista, 2 a 1, no Morumbi. Crespo justificou a decisão de deixar Danielzinho no banco e deu chance ao volante Luan, apontando a necessidade de ritmo físico para o time seguir na competição. [fonte 1]
Na coletiva, o técnico explicou que Danielzinho não estava 100% fisicamente e que a ideia era responder ao rival com uma troca de peças. O camisa 94 precisaria de descanso, e o retorno de Lucas Ramon/Calleri ao time mostrou que o jogo pedia outra pegada; Crespo lembrou que manter o grupo pronto é parte do caminho. (fonte 1) [fonte 1]
Além do duelo, o dia trouxe a perspectiva de mudança de cenário: Morumbi recebeu shows da AC/DC, o que inviabilizou parte da agenda tricolor. Com isso, o clube pode mandar mais jogos no Canindé ao longo da temporada, já tendo acordo formal com a Portuguesa para uma partida contra a Chapecoense no Canindé. A CBF já confirmou a mudança. [fonte 2]
Rui Costa, diretor de futebol, afirmou que a tendência é jogar no Canindé sempre que possível, mantendo Morumbi indisponível por conta do calendário de shows. Cogitações de Brinco de Ouro da Princesa foram deixadas de lado por questões operacionais e de custo, consolidando o Canindé como opção. [fonte 2]
O Choque-Rei ficou marcado por polêmicas de arbitragem e pela decisão de Crespo de apostar no meio-campo com Luan, enquanto Lucas e Calleri voltaram a ganhar espaço. Calleri chegou a marcar, mas o placar final foi 2 a 1, e o São Paulo não conseguiu forçar as penalidades. (fonte 3) [fonte 3]
Agora o São Paulo terá dez dias para se recompor, com a recuperação de peças-chave e a preparação para o Brasileirão, que volta a movimentar o Canindé ou o Morumbi dependendo da agenda de shows. O próximo desafio é contra a Chapecoense, no dia 12 de março, em Canindé. [fonte 3]
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