Rafael fechou a temporada de 2025 como o goleiro que mais atuou pelo São Paulo, em 59 partidas de 66 disputadas, totalizando 5.224 minutos, num ano marcado por rendimento irregular, eliminações e dificuldades financeiras que testaram o elenco tricolor. (com numeração sequencial [fonte 1], [fonte 2]) [fonte 1, fonte 2]
No auge da Libertadores, a atuação que ficou na memória foi no jogo de volta das oitavas contra o Atlético Nacional: uma defesa impressionante que adiou o gol colombiano e manter o empate, levando a decisão para os pênaltis, que o São Paulo venceu por 4 a 3, com Rafael ovacionado ao final. (com numeração sequencial [fonte 1], [fonte 2]) [fonte 1, fonte 2]
Por outro lado, o episódio mais polêmico da temporada veio no duelo de volta das oitavas da Copa do Brasil contra o Athletico-PR: aos três minutos, Rafael foi expulso após falta em Viveros, e o time, com um jogador a menos, acabou cedendo o empate e perdendo nos pênaltis. Nos tiros da marca, Jandrei, que entrou para substituí-lo, não conseguiu defender nenhuma cobrança. (com numeração sequencial [fonte 1], [fonte 2]) [fonte 1, fonte 2]
Apesar das dores de cabeça, Rafael aparece no texto como a peça estável do tricolor: é, de longe, o goleiro mais bem-sucedido a passar pelo clube desde a aposentadoria de Rogério Ceni, confirmação que ecoa em ambas as coberturas. (com numeração sequencial [fonte 1], [fonte 2]) [fonte 1, fonte 2]
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