O dia acorda com o São Paulo mirando o Morumbis e o futuro: a diretoria avança nas conversas para renovar os naming rights do estádio com a Mondelez, até o centenário do clube — ou seja, pelo menos até 2029. O acordo atual vale até dezembro do próximo ano, e as primeiras sinalizações indicam que as tratativas devem caminhar apenas após o término da temporada. [fonte 1].
Às vésperas da última rodada, o São Paulo entra em campo no Barradão contra o Vitória, buscando terminar em oitavo e acender o sonho da Pré-Libertadores. Com 51 pontos, basta vencer para chegar a 54, ou empatar para ficar em 52, garantindo a oitava posição desde que o Massa Bruta não vença; a definição de G7 virando G8 depende da Copa do Brasil, com Cruzeiro ou Fluminense como postulantes. [fonte 2].
Muricy Ramalho, coordenador técnico, aponta a necessidade de contratações para 2026 e lembra que a dívida chega a 912 milhões, impondo cautela e planejamento. O clube trabalha na ideia de um novo fundo de investimentos com a Galápagos para viabilizar reforços, mantendo o foco em jovens da Cotia. [fonte 3].
Dentro de campo, a temporada também ficou marcada pela semifinal do Campeonato Paulista contra o Palmeiras, com um pênalti que gerou polêmica e pelas eliminações na Copa do Brasil e na Libertadores; a torcida, sensível à atuação abaixo do esperado, cobra mudanças reais e continuidade na sequência do projeto. [fonte 3].
Entre tensão e esperança, o dia termina com a certeza de que 2026 exigirá planejamento, investimentos responsáveis e uma performance à altura do tamanho do São Paulo — com a torcida ao lado, e a diretoria trabalhando para que o clube volte a figurar entre os grandes da América. [fonte 2, fonte 1].
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