Foi dia de enfrentar as próprias dúvidas na Vila Belmiro. O São Paulo venceu o Juventude por 2 a 1, mantendo acesa a chama da Libertadores, mesmo com 13 desfalques que complicaram a escalação e deixaram o time dependente de improvisos e de momentos de inspiração [fonte 5] fonte 5;
Rigoni abriu o marcador, o time resistiu às críticas e ampliou a vantagem, enquanto Ferraresi fechou o placar contra nos acréscimos, deixando o torcedor com a mistura de alívio e aperto no peito [fonte 5] fonte 5.
Do outro lado, Lucca apareceu como grata surpresa, sendo acionado para substituir Ferreirinha que sentiu o tornozelo ainda no primeiro tempo; a vitória também teve o peso da base de Cotia, que vem sendo apontada como solução para o elenco quando as lesões apertam [fonte 3] fonte 3.
O panorama para 2026 começou a ganhar contorno na semana: Crespo deixou claro que muitos nomes veteranos não devem voltar em plenitude de forma, citando Calleri, Lucas Moura e Oscar como incógnitas que precisam ser administradas para não comprometer o elenco na próxima temporada [fonte 4] fonte 4;
Enquanto isso, Pedro Lopes argumentava que a vaga na Libertadores pode não ser a melhor rota diante do elenco curto e do orçamento castigado, o que impõe cautela sobre o caminho esportivo e financeiro do São Paulo, com o time correndo riscos de desgaste e depender cada vez mais de apostas ou da base para reforçar o time [fonte 2] fonte 2;
Em meio a números e prognósticos, fica o recado de que o dia serviu para confirmar que o sonho da Libertadores 2026 segue vivo, ainda que em meio a oscilação, cansaço e a necessidade de surgirem novas caras da base para sustentar o time quando as lesões castigam o elenco, com as crias de Cotia mantendo-se como esperança de futuro [fonte 5] fonte 5.
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