Foi uma tarde de decisões adiadas para o São Paulo: a derrota por 1 a 0 para o Red Bull Bragantino tirou do Tricolor a chance de encostar no G7 e reacender uma chama que parecia apagar na tabela do Brasileirão. [fonte 1].
Hernán Crespo, técnico que comanda o barco, viveu o tom ambíguo de quem ergue o troféu da esperança e olha para o relógio: ainda é cedo, mas cada ponto perdido pinta o mapa da Libertadores com traços menos plenos. Crespo e companhia precisam de duas rodadas perfeitas para sonhar com a fase de grupos, enquanto a distância para os adversários não para de crescer [fonte 1].
Na rodada anterior, o São Paulo empatou com o Flamengo e viu os cariocas vencerem seus compromissos, um cenário que ajuda a manter a chama do G7 acesa apenas para quem sabe ler as contas certas. O que ficou claro é que a vantagem para o Fluminense, sexto na briga, se manteve como um lembrete de que cada ponto é precioso na batalha pela Libertadores [fonte 1].
Curiosamente, o Fluminense aparece como adversário direto nessa queda de rendimento, mas o próprio São Paulo também observa o topo: o time vê a diferença para o primeiro da zona de classificação crescer para seis pontos, mantendo a margem de erro enxuta e o espírito da torcida, que não entrega a milhas de distância, mesmo em dias com gosto amargo [fonte 1].
Restam cinco partidas, ou seja, 15 pontos em disputa, para que o cenário se modifique. Ainda é possível abrir espaço pela via da prévia da Libertadores, caso haja fusão de resultados na Copa do Brasil — uma porta que o São Paulo parece buscar com a fé de quem acredita que a noite pode mudar o destino do campeonato [fonte 1].
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