Foi um dia de balanço para o Santos, que celebrou o fechamento de um ano sob a gestão de Alexandre Mattos, com o time passando por três técnicos e 17 contratações desde a chegada dele [fonte 1].
O primeiro treinador da era Mattos foi Cleber Xavier, que ficou no chão do Vasco de perguntas erguidas pela torcida; ele teve oito jogos, com quatro vitórias, um empate e três derrotas, e acabou liberado ainda no vestiário após a goleada contra o Vasco da Gama, na 20ª rodada do Brasileirão. O Santos passou então pelo interino Matheus Bachi e, mais tarde, contratou o argentino Juan Pablo Vojvoda para o banco (fonte 1). [fonte 1].
Entre as primeiras ondas de reforços, o clube anunciou Igor Vinícius, Mayke, Willian Arão e Gustavo Caballero; apenas Igor Vinícius se firmou como titular absoluto, enquanto Caballero enfrentou forte rejeição da torcida e acabou emprestado ao Portsmouth. No parque de reforços europeu, Caballero teve vislumbres de atenção da seleção do Paraguai, chegando a ser convocado para a Copa do Mundo, ainda que a vida no Santos tenha desenhado outro caminho (fonte 1). [fonte 1].
O pacote de reforços seguiu com Adonis Friás, Alexis Duarte, Victor Hugo, Lautaro Díaz e Billal Brahimi; além deles, Zé Ivaldo e Álvaro Barreal voltaram à segunda linha de ataque, com Barreal tornando-se um jogador regular (29 jogos, 4 gols) e Veríssimo retornando ao time titular após cinco anos. Gabigol chega como artilheiro, com 14 gols e sete assistências em 27 jogos, consolidando-se como principal garçom do ano. Gabriel Menino também chegou por empréstimo, enfrentando as lesões que atrasaram sua sequência, e o meio-campo ganhou a presença de Christian Oliva; Rony e Moisés completaram o painel de opções ofensivas, com números próximos no consolidado da temporada (fonte 1). [fonte 1].
Cerca de duas semanas após a contratação de Lucas Veríssimo, o Santos demitiu Vojvoda; três dias depois chegou o terceiro técnico da gestão Mattos, Cuca. Em números, foram 34 partidas na temporada, com 10 vitórias, 14 empates e 10 derrotas, aproveitamento de 42% (fonte 1). [fonte 1].
Fora de campo, o clima é de um ciclo que ainda busca clarear o caminho: o torcedor acompanha com expectativa o podcast ge Santos, enquanto o clube segue o ritmo de mudanças que, por ora, fica registrado no diário do clube. (fonte 1). [fonte 1].
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