Ontem o Santos fechou a sexta rodada sem vencer na temporada, um registro que o empurra para a 12ª posição do Paulistão, com seis pontos e dois de vantagem sobre o Noroeste, primeira equipe fora da zona de rebaixamento [fonte 6].
Em meio a esse clima de pressão, o goleiro Gabriel Brazão recebeu uma proposta do Besiktas, da Turquia, que girava em torno de cerca de 7 milhões de euros em contrato de quatro anos, com 20% dos direitos econômicos preservados para o Santos em uma futura venda; o clube, porém, deixou claro que não negociará neste momento, mantendo o atleta no elenco [fonte 1].
O posicionamento da diretoria ficou ainda mais firme quando Mattos explicou que a proposta não condiz com o valor que o Santos entende ser justo para Brazão, reforçando a ideia de manter o goleiro para o projeto atual [fonte 1].
Na arena do Morumbi, a arbitragem dominou a pauta: Alexandre Mattos classificou a atuação do árbitro João Vítor Gobi como "covarde" ao supostamente xingar Vinicius Lira, cobrando punição da federação; o tema foi recapitulado com a acusação de falta de critério em lances que geraram expulsão de Gabriel Menino, no primeiro tempo [fonte 2, fonte 3].
Do lado da torcida e do elenco, Gabigol assinou o tom da cobrança: faltou ritmo e consistência, e o atacante avisou que, por mais que citasse nomes de craques como Messi, Cristiano Ronaldo ou Neymar, a recuperação do Santos precisa começar pela união do grupo e pela melhora coletiva [fonte 4].
Apesar do diagnóstico duro, Vojvoda reafirmou que está "muito capaz" de tirar o time dessa situação, contando com o apoio de Mattos e destacando a qualidade dos jogadores que tem à disposição; o dirigente, por sua vez, reiterou a confiança no treinador e no elenco, reconhecendo a necessidade de evolução constante [fonte 5].
Ao calendário, o Santos tem dois confrontos diretos contra o rebaixamento no Paulista: visita ao Noroeste e, na sequência, duelo com o Velo Clube, antes de mergulhar novamente no Brasileirão; o cenário evidencia que a crise pode se agravar caso não haja recuperação rápida [fonte 6].
Uma leitura de análise reforça que o time não consegue competir em campo: a derrota para o São Paulo, com o Santos ficando com um a menos após a expulsão de Gabriel Menino, expõe o momento de muita pressão e poucos sinais de solução, mesmo com mudanças de elenco pedidas por Vojvoda e com a busca por maior eficiência ofensiva [fonte 7].
Quando o torcedor olha adiante, o próximo compromisso não trás folga: Santos x São Paulo, pela segunda rodada do Brasileirão, está marcado para a Vila Belmiro; o cenário de recuperação ainda depende de uma resposta imediata do grupo, sob o comando de Vojvoda e da direção de Mattos [fonte 1].
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