Dia de Barueri, dia de jogo aberto: o Santos tropeçou diante do Palmeiras por 1 a 0, pela segunda rodada do Paulistão, na Arena Barueri, trazendo à tona um pragmático alerta de início de temporada. O Peixe não jogou mal, mas repetiu falhas já conhecidas pelos torcedores, e o duelo acabou selado por um contra-ataque definitivo após a defesa se complicar. Lautaro Díaz teve a grande oportunidade aos 16 minutos, após cruzamento de Barreal, mas foi atrapalhado por Khellven e desperdiçou a chance, deixando o placar em suspense por mais tempo. [fonte 1]
A medida que o tempo avançou, o Santos exibiu volume de jogo e encurralou o Palmeiras, mas os erros repetidos apareceram: Barreal errou passe, a bola acabou rifada e resultou no contra-ataque que deu o gol aos visitantes. Allan e Flaco López tabelaram bem e inauguraram o ritmo que poderia ter colocado o Santos no caminho da igualdade, mas a derrota permaneceu. O retrato da partida insiste: a eficiência na hora H ainda falta e os lapsos técnicos pesam. [fonte 1]
No pós-jogo, o clima aponta para a necessidade de reforços para sustentar a maratona que vem pela frente, com Paulistão e Brasileirão em paralelo. Vojvoda manteve o recado de rodízio, chamou Gabigol, Miguelito e Zé Rafael, e abriu espaço para Vinícius Lira atuar no lugar de Escobar em alguns momentos, sinalizando que o elenco precisa de opções para não oscilar entre fases. Em campo, Gabigol entrou na etapa final, Robinho Jr. apareceu nos acréscimos e, mesmo com atuação competitiva, ficou clara a necessidade de um substituto para Souza. A atuação de Carlos Miguel também teve momentos de defesa importantes, enquanto o Santos busca soluções no mercado para evitar tropeços repetidos. [fonte 1]
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