Mayke chegou ao Santos em julho de 2025 com status de solução imediata para a lateral direita, uma aposta que surgia com currículo de multicampeão no Palmeiras [fonte 1]. Na prática, porém, o retorno esportivo ficou aquém do esperado, deixando a torcida com dúvidas sobre o investimento.
Disputou 12 partidas, sendo 10 como titular, sem gols nem assistências, com 17 desarmes, 9 interceptações e 87% de acerto nos passes — números defensivos razoáveis que não compensaram a baixa efetividade ofensiva, especialmente nos cruzamentos, com apenas 20% de acerto [fonte 1].
Na reta final, Igor Vinícius assumiu a posição sob o comando de Juan Pablo Vojvoda, o que diminuiu o protagonismo de Mayke e alimentou o debate interno sobre custo-benefício do contrato vigente até 2027 [fonte 1].
Para 2026, o Santos precisa decidir se a permanência de Mayke representa uma aposta de retomada ou apenas mais peso na folha salarial, enquanto a torcida observa com expectativa de melhoria ou de mudanças no elenco [fonte 1].
Entre curiosidades e ironias, o dia ficou marcado pela referência popular de que a temporada teve momentos de humor na Vila Belmiro — com mensagens que brincaram que Mayke seria apenas "Baleinha e Baleião" — uma lembrança de que o futebol também é clima de torcida e conversa fiada às contas do clube [fonte 1].
O saldo, por fim, aponta para uma incógnita: Mayke continua no radar, mas o time precisa definir se o investimento vale a pena para a temporada seguinte, ou se novas alternativas surgirão na Vila Belmiro.
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