Ontem o Palmeiras deixou a impressão de que a virada está mais viva do que nunca, mesmo com a sombra de uma semifinal pela Libertadores a percorrer o Allianz Parque. Allan engatou uma sequência de bons minutos saindo do banco e vem ganhando força para receber a condição de titularidade diante da LDU; o jovem de 21 anos soma 11 partidas em 2025, com duas assistências, e a versatilidade dele — meia-atacante, ponta pela esquerda ou segundo volante — funciona como um trunfo para Abel Ferreira, que vem avaliando o meio-campo com cautela. [fonte 1]
O desafio é gigantesco: a volta da semifinal exige uma virada de quatro gols para avançar direto, já que a derrota por 3 a 0 na ida em Quito dificulta o caminho. O time tem se apoiado na força de casa no Allianz Parque, onde, em 2025, o Palmeiras exibe uma sequência de vitórias elásticas em que a soma dos placares se transforma em presentinho para a torcida: Sport (3 a 0), Internacional (4 a 1), Fortaleza (4 a 1), River Plate-ARG (3 a 1), Vasco (3 a 0), Juventude (4 a 1) e Red Bull Bragantino (5 a 1). Ao todo, foram 26 gols nessas vitórias, com média de 3,7 por partida. Além disso, a caminhada na Libertadores do ano mostra já oito vitórias expressivas em casa, incluindo 6 vitórias no Allianz Parque e goleadas como 6 a 0 sobre Sporting Cristal e 4 a 0 sobre Universitario-PER na fase de grupos e oitavas, respectivamente. [fonte 2]
A história recente ajuda a entender o otimismo de Abel Ferreira: desde a chegada do técnico, o Palmeiras viveu um registro impressionante de 37 vitórias com três ou mais gols de diferença, o que soma 42% de aproveitamento nesse tipo de resultado; a soma de vitórias no Allianz Parque sob o comando do treinador português chega a 112. Na própria Libertadores deste ano, o time conquistou nove vitórias, um empate e uma derrota, reforçando a ideia de que a confiança em casa é a força motriz para buscar o título. E, para coroar, o comandante já enfatizou que não faltará alma à equipe: “noite mágica” é uma ideia que ele próprio repetiu, citando que a virada depende da entrega da torcida e da própria equipe. [fonte 3]
Entre os bastidores, a dúvida no meio-campo ganhou contornos de drama com a lesão de Aníbal Moreno, que se recupera de um edema na panturrilha esquerda; a comissão técnica tenta alternativas para manter o equilíbrio, inclusive com Rafael Veiga e Maurício em teste, mas sem sequência de brilho até agora. Allan surge como solução viável para o duelo decisivo, enquanto a temporada já guarda números que ajudam a entender o peso dessa provocação rumo à final. [fonte 1]
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