O Maracanã testemunhou um desses resultados que usam máscara: Fluminense venceu o Internacional por 1 a 0, mas o melhor jogador da partida foi o goleiro Ivan, do Internacional, um detalhe que denuncia o quanto o placar enganou a atuação tricolor. [fonte 1]
O número não contou a história do volume: o Fluminense dominou a criação e acumulou chances claras. Lucho Acosta e John Kennedy foram a dupla que mais produziu, com bolas na trave e infiltrações, e só as defesas de Ivan impediram uma vitória mais ampla nas etapas iniciais. [fonte 1]
A movimentação de Lucho Acosta e John Kennedy, apoiada por Serna e Canobbio, abriu corredores; Samuel Xavier, que atuou quase como meio-campista em vários momentos, apareceu na área e participou da jogada do gol numa tabelinha com John. Essa combinação de transpiração e qualidade foi o fio condutor do jogo. [fonte 1]
Samuel Xavier foi o responsável pelo único gol, com presença e chute dentro da área — um prêmio a um ano que, aos 35 anos, chama atenção até para discussões de seleção. Zubeldía leu bem o desgaste do meio-campo e mexeu: Lima e Cano entraram para dar fôlego ofensivo, e vale lembrar que todas as quatro vitórias do técnico com o clube foram no Maracanã. [fonte 1]
O resultado colocou o Fluminense com 44 pontos e na sétima posição, já em plena briga pelo G-6 e pela vaga na Libertadores; o calendário oferece jogos 'acessíveis' contra Ceará (duas vezes) e Mirassol antes da sequência pesada contra Palmeiras, Flamengo e Cruzeiro. Pontuar ao máximo agora é a ordem. [fonte 1]
Do lado do Internacional, Ramón Diaz tentou segurar o empate com alterações táticas (passou de 5-3-2 para 4-5-1), apostando no contra-ataque; deu a impressão de que a estratégia funcionou apenas para evitar a derrota mais larga, enquanto o Fluminense saiu com a sensação — e a obrigação — de evoluir fora de casa. [fonte 1]
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