Rossi falha de novo, e a imagem recente reforça a desconfiança que ronda o goleiro do Flamengo, enquanto Jardim mantém a aposta e evita mexer no blocos de gols, deixando no ar a dúvida sobre quem deve ocupar a posição titular [fonte 1].
Na avaliação de quem cobre o dia a dia, Flamengo x Palmeiras foi o único jogo com o tempo de bola rolando quase nos 60 minutos ideais — um dado que alimenta o debate sobre a cadência do time em campo [fonte 2].
Entre as leituras, Mauro Cezar aponta que a troca de Filipe Luís por Jardim foi bobagem e vaidade do Bap, reforçando a ideia de que o comando do Flamengo ainda está em disputa interna e não no melhor interesse do clube [fonte 3].
Outro olhar sugeriu que Filipe Luís é até melhor que Jardim, o que alimenta a discussão sobre a célebre promessa de verticalidade que não se materializou, deixando o time sem alguns de seus predicados de outrora [fonte 4].
Danilo resgata a memória da final da Libertadores e cobra que as contas se façam no fim, lembrando que o Flamengo tem títulos recentes, mas precisa manter o foco e o ambiente unido para a sequência da temporada [fonte 5].
Após a derrota pesada para o Palmeiras, o Flamengo busca assimilar o golpe mantendo a confiança no trabalho de Jardim e já pensando na intertemporada em Portugal, além do duelo com o Cusco pela Libertadores, onde a vaga já está assegurada, e a manutenção na disputa do Brasileirão fica como desafio central [fonte 6].
E não faltou a polêmica: Carrascal foi expulso e, segundo Mauro Cezar, atuou de maneira inconsequente, abrindo espaço para críticas sobre a gestão do jogo e exigindo que o time ajuste o desenho tático imediatamente para evitar novos golpes em momentos decisivos [fonte 7].
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