O Flamengo acordou ontem com o termômetro da temporada apontando para a Supercopa do Brasil, que surge como prova de fogo para o time. O clássico roteiro do dia é simples de apresentar, mas duro de digerir: vencer para reacender o otimismo ou encarar sirenes de alerta caso a estrela da noite não se acenda. [fonte 1].
No papel, o plano era manter o time sub-20 nos primeiros jogos do Carioca, mas os números não foram generosos: a Portuguesa-RJ empatou com o sub-20, enquanto Bangu e Volta Redonda abriram vantagem sobre o Flamengo. No resumo do dia, o Rubro-Negro ficou em posição delicada no Estadual, exigindo recalcular a rota. [fonte 1].
A partir daí, o time profissional retomou o protagonismo. Filipe Luís voltou, houve vitória contra o Vasco, mas a sequência de resultados não foi suficiente para encostar no topo: o Flamengo ainda viu o Fluminense surpreender em seguida. Paquetá chegou para compor o elenco, e Arrascaeta segue sendo o impulso criativo, enquanto a sombra de Pedro continua a traçar o xadrez da equipe. [fonte 1].
No Morumbi, o horizonte não deu sossego: a derrota para o São Paulo acendeu o incômodo nos bastidores, com o clima no vestiário marcado por discussões em torno de um pênalti não marcado para Arrascaeta. Ainda assim, o clima foi apaziguado no retorno à Cidade Maravilha, e o foco foi manter o time vivo na virada de chave para a Supercopa do Brasil. [fonte 1].
A edição do dia traçou um caminho claro: se a derrota vier diante do Corinthians, a Recopa Sul-Americana pode transformar-se em obrigação nos bastidores. E o calendário não para: a bola rola novamente entre Flamengo e Corinthians neste domingo, às 16h, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. [fonte 1].
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