O dia do Flamengo no Mundial de Clubes começou cercado de expectativa, dúvidas e aquele duelo que não se anuncia, se anuncia. Será vexame uma derrota para o Cruz Azul? (com a leitura dos comentaristas, a dúvida persiste) [fonte 1]
À tarde, o tom ficou mais crítico: Fabíola Andrade afirmou que a escolha de entregar um documento sobre gramados sintéticos na festa da CBF foi inadequada, e defendeu que esse tema seja debatido no Conselho Técnico, não ali. [fonte 2]
Já o lado analítico lembrou que Flamengo não pode subestimar o Cruz Azul: Paulo Massini destacou que a Liga Mexicana é, em organização e árbitros, mais robusta que a brasileira, e que o confronto exige cuidado, ritmo e respeito ao adversário. [fonte 3]
O dia também contou com a narrativa de Lima para Doha: Carnaval vira paz na estreia do Flamengo no Mundial, com a cidade de Doha como palco e o Ahmad Bin Ali Stadium sendo o cenário do início da caminhada rubro-negra; a reportagem ainda aponta a presença de poucos ingressos vendidos e o custo elevado da viagem. [fonte 4]
No âmbito do elenco, o mercado ganhou espaço: conversas sobre a permanência de Filipe Luís, a recuperação de Everton Cebolinha e as avaliações de Michael, enquanto o Flamengo traça prioridades para 2026 — goleiro, zagueiro e atacante. [fonte 6]
E, para mergulhar na memória, o texto relembra as campanhas de brasileiros no Mundial de Clubes ao longo das últimas décadas, destacando que o Flamengo carrega o peso de títulos e derrotas que moldam a história do torneio. [fonte 7]
Palmeiras
Flamengo
São Paulo
Corinthians
Atlético-MG
Athletico-PR
Bahia
Botafogo
Bragantino
Cruzeiro
Cuiabá
Fluminense
Fortaleza
Goiás
Grêmio
Internacional
Juventude
Santos
Vasco
Vitória