Dia de Cruzeiro, e a história do gol mudou de protagonista: de sucessor de Cássio a quarto goleiro, Matheus Cunha perde espaço na visão da torcida e do clube. A leitura é clara: ele ainda aparece na conversa de futuro, mas a realidade em campo aponta para uma trajetória que pode seguir fora de Belo Horizonte, sob a lupa de quem acompanha o Mineiro e o Brasileirão [fonte 1].
A lesão de joelho na primeira semana de pré-temporada adiou a ascensão de Cunha, abrindo espaço para Otávio ganhar minutos e mostrando que o goleiro reserva se tornou parte do roteiro. Com a lesão, a diretoria optou por não buscar substituto imediato, recalibrando a rotação durante o Mineiro [fonte 1].
No Brasileirão, Cunha disputou nove jogos como titular, mas o desempenho não convenceu a ponto de consolidar a posição. A decisão foi manter o planejamento até o fim de 2028 sem uma caça ativa por goleiro no mercado, abrindo a porta para uma nova rota já pensando em 2026 [fonte 1].
Enquanto isso, a equipe olha para a renovação da rotação: Otávio e Léo Aragão aparecem como alternativas, e o Cruzeiro pediu o retorno de Léo Aragão de Avaí para reforçar o grupo na disputa das próximas etapas [fonte 1]. Lamounier vem ganhando espaço aos poucos, sinalizando que a própria base pode ter vez na temporada.
Cássio, por sua vez, segue em recuperação da cirurgia no joelho e tende a ficar disponível na segunda quinzena de agosto; a relação com Cunha fica ainda mais explícita quando o amistoso diante do Defensor é citado como oportunidade perdida de ajuste, fechando o dia com o equilíbrio entre Mineiro, Brasileirão e a montagem de um novo destino para o jovem goleiro [fonte 1].
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