Corinthians abriu o dia com uma leitura afiada sobre o Brasileirão: Massini chamou de "síndrome do coitadismo" o comportamento de grandes clubes como Corinthians, São Paulo, Fluminense, Inter e Grêmio, sugerindo que miram Palmeiras e Flamengo e acabam abandonando disputas, o que gerou bastante debate entre torcedores e comentaristas [fonte 1].
No Corinthians, o desgaste de Bidu abre espaço para a reestreia de Angileri contra o Cruzeiro, nesta quarta-feira, no Mineirão, com Dorival Júnior cuidando da escalação. A atuação de Angileri ficou em torno da Vorbereitung física e da possibilidade de retorno após ficar sem atuar desde a final da Copa do Brasil de 2025, contra o Vasco, em 21 de dezembro. [fonte 2].
Para os aspectos financeiros, o Corinthians selou com a Esportes da Sorte um patrocínio master sem luvas, com pagamento em até dez parcelas ao longo de cada ano e um teto de 160 milhões anuais, acrescidos de 10 milhões para marketing e bônus de desempenho que podem chegar a 200 milhões. A operação prevê equilíbrio financeiro e uma pendência com Talleres que não será quitada com esses recursos, com a primeira parcela prevista para março. [fonte 3].
E no campo dos reforços, Zakaria Labyad, marroquino contratado para 2026, minimizou o Ramadã: “Não me afeta”. A apresentação no CT Dr. Joaquim Grava trouxe ainda a informação de que o contrato vai até o fim deste ano, com cláusula de renovação automática, e que o clube chega com outros reforços para 2026, em meio a polêmicas sobre a contratação sugerida por Memphis Depay a Renan Bloise. [fonte 4].
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