Domingo de decisão em Brasília, no Mané Garrincha: o Corinthians venceu o Flamengo por 2 a 0 e conquistou a Supercopa do Brasil, abrindo a temporada com ares de copeiro e de força coletiva. Gabriel Paulista abriu o placar e Yuri Alberto fechou a conta nos minutos finais, coroando um desempenho que mostrou o Timão capaz de crescer mesmo diante de rivais de peso [fonte 1, fonte 1], fonte 6], fonte 8].
O retorno da bola também veio com o testemunho do dia: antes da bola rolar, o time lidou com um surto de virose que atingiu parte do elenco e exigiu soro na véspera. Dorival Júnior manteve o planejamento com quem ficou de pé, enquanto Memphis Depay defendeu a ideia de reforços para dar consistência ao Brasileirão; o tema ganhou força no debate entre as reportagens que cobriram o caso [fonte 3, fonte 3], fonte 2].
A janela de reforços já era discutida com veemência: a diretoria mira cinco posições e já trabalha para ter um elenco mais estável em 2026, mesmo diante de limitações financeiras. A conta envolve dívidas, negociações em andamento e a busca por entradas queocontribuam à continuidade do título; o cenário aparece com todas as nuances do período, conforme as apurações de diversas fontes, incluindo planos de reforços e a situação de dívidas do clube [fonte 2, fonte 2], fonte 4].
A cobertura também destacou o sentido de identidade do Timão: o discurso de time copeiro ganhou força, lembrando que, apesar das crises administrativas, o time entrega garra, foco e vontade de crescer, algo que a torcida reconhece como marca de uma equipe que sabe vencer mesmo quando as probabilidades parecem desbalanceadas. Juca Kfouri reforçou esse orgulho da Fiel, celebrando o momento em meio às dificuldades que o clube atravessa [fonte 9, fonte 9].
Nos aspectos financeiros e de premiações, Memphis Depay ampliou o protagonismo fora de campo ao alcançar bonificações que somam dezenas de milhões, e o clube manteve o foco na gestão de dívidas enquanto negocia a permanência de atletas-chave; as contas da Supercopa renderam números expressivos, com montantes que já entram para a história recente da relação entre desempenho esportivo e finanças do Timão [fonte 5, fonte 5], [fonte 11, fonte 11].
Para quem acompanha a rotina do dia a dia, o registro dos próximos mata-matas já começou a se desenhar: Corinthians x Capivariano e, em seguida, o clássico diante do Palmeiras, partidas que repetem o ritmo de decisões e a expectativa de evolução do time sob o comando de Dorival Júnior [fonte 4, fonte 4].
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