Ontem Neymar ocupou o centro do noticiário com uma mistura de teatro e números médicos: a convocação para a Copa, mesmo com lesão comprovada, abriu um debate que já parecia conhecido. Arnaldo Ribeiro, no UOL, chamou de palhaçada convocar Neymar machucado para a Copa [fonte 1]. Além disso, o médico Rodrigo Lasmar informou que a lesão é muscular grau 2 na panturrilha, com recuperação estimada em duas a três semanas [fonte 1].
Na outra ponta, o texto de PVC aponta que Neymar foi levado a uma clínica particular para exames de imagem — detalhes que remetem à lembrança de Romário, em 1998, quando a desconvocação foi anunciada após o primeiro amistoso. [fonte 2]. A narrativa também cita o amistoso em Bilbao e a comparação com Romário, além de mencionar Zagallo e Zico na comissão de seleções. [fonte 2].
Entre memórias e cobranças, fica o clima de curiosidade: a imprensa mede o tempo de recuperação de Neymar, enquanto ecos de 1998 ainda rondam a ideia de convocação e de como o futebol brasileiro lida com a pressa pela vitória e com a transparência das informações. [fonte 1], [fonte 2].
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