José Mourinho, de volta aos microfones onde a Copa molda expectativas, aponta o Brasil entre os favoritos com Ancelotti no comando — e já provoca o debate sobre qual Brasil é o Brasil. Entre tom analítico e ironia contida, ele cita Argentina, França e Inglaterra como candidatas ao título. (fonte 1) fonte 1.
Ele também critica o novo formato da Copa do Mundo, descrevendo como a edição com 48 seleções e três sedes é, no plano social, uma festa monumental, mas, no campo, uma caminhada de seleções que pode terminar com passeios. “Estou pensando em tirar férias até as quartas de final”, brincou, resumindo o humor que envolve o torneio. (fonte 1) fonte 1.
Já no boletim de campo, o GE/Globo traz a leitura de lesões que afetam o Brasil: Rodrygo fora da Copa por rompimento do ligamento do joelho, Militão fora por lesão na coxa, Vanderson e Estêvão em recuperação, enquanto Raphinha e Alisson também buscam voltar a tempo. Como pano de fundo, França perde Ekitiké, Alemanha Gnabry e Holanda Xavi Simons, desenhando um mapa de força e cautela para a estreia e o torneio (fonte 2) fonte 2.
A Copa do Mundo tem início com México x África do Sul, no dia 11 de junho, e o Brasil estreia no dia 13 contra Marrocos, marcando o começo de uma chave marcada por dúvidas, expectativas e a fé da torcida. (fonte 2) fonte 2.
Entre o brilho da torcida e o peso das desfalques, o dia da cobertura revela um Brasil que convive com sonhos, ironias e a realidade dos números — tudo contado com o equilíbrio que a imprensa esportiva busca manter, olhando o que já está definido e o que ainda pode mudar. (fontes 1, 2) fonte 1, fonte 2.
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