Ontem, no Emirates Stadium, em Londres, a seleção brasileira mergulhou em mais um ensaio para a Copa do Mundo contra Senegal. O técnico Carlo Ancelotti já desenha a espinha dorsal do time com ao menos nove titulares consolidados [fonte 1] [fonte 1].
Milit%C3%A3o, na lateral-direita, apareceu como pilar defensivo e tamb%C3%A9m como op%C3%A7%C3%A3o de ataque, levantando a torcida ao aplicar um chap%C3%A9u em um advers%C3%A1rio e ainda bloqueando um chute nos minutos finais da primeira etapa. O desenho de campo j%C3%A1 apontava para um 4-2-4, ou, na prática, um 4-2-3-1, com Rodrygo aberto na esquerda, Vin%C3%ADcius J%C3%BAnior no comando do ataque e Matheus Cunha atuando como segundo homem pelo corredor central, enquanto Estev%C3%A3o se aproximava pela direita (com esse quarteto ofensivo a base cresce) [fonte 1] [fonte 1].
O treinador ressaltou que Milit%C3%A3o est a1 em condi e7 e3o espetacular e que a espinha dorsal pode seguir firme at e9 a Copa. Segundo Ancelotti, j e1 h e1 18 nomes certos para a lista final de 26 atletas, restando oito vagas em aberto. A conversa tamb e9m abordou a poss edvel volta de Raphinha, ainda lesionado, e a disputa pelo gol: Alisson deve ser titular quando recuperado, enquanto Ederson pode ganhar espaoro de reserva, substituto de Bento ou Hugo Souza nos amistosos na e1sia. Diante disso, France e Cro e1cia aparecem como advers e1rios programados para maro nos Estados Unidos, e Tun edsia entra no radar da torcida [fonte 1] [fonte 1].
Se a base j e1 parece pronta para o Mundial, a pergunta fica sobre o encaixe das peas no banco e a evolu e7 e3o do time ao longo das pr f3ximas etapas. A leitura do dia refor e7a a ideia de uma equipe com Rodrygo, Vin edcius J fanior, Matheus Cunha e Estev e3o na linha de frente, enquanto Raphinha aguarda retorno; o elenco continua em construo rumo opa. (fonte 1) [fonte 1].
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