Em Londres, o amistoso entre Brasil x Senegal, marcado para sábado às 13h (horário de Brasília), surge como um teste do dia a dia do futebol global diante de uma lei que se recusa a adormecer, o blecaute das 15h. Este encontro, parte da Data FIFA, escapa da famosa blecaute das 15h, que corta a transmissão ao vivo entre 14h45 e 17h15 aos sábados. [fonte 1]
A regra, criada nos anos 1960 para incentivar a presença dos torcedores nos estádios, vale para a Premier League, FA Cup e outras ligas de primeira divisão — como Real Madrid x Barcelona ou Milan x Inter —, com a curiosa exceção de Data FIFA. Durante a pandemia, a suspensão temporária foi adotada, mas o blecaute voltou a vigorar. Fontes da imprensa britânica indicam que o tema retorna às negociações de direitos a partir da temporada 2028/29, alimentando o debate sobre o que resta da tradição no consumo moderno de futebol. [fonte 1]
Para ilustrar o alcance global, o texto cita Richarlison, do Tottenham, e Casemiro, do Manchester United: o jogo não foi transmitido na Inglaterra, enquanto torcedores ao redor do mundo acompanham por outras vias. [fonte 1]
O dia também revela que clubes, torcedores e emissoras veem o blecaute como um possível anacronismo que não se encaixa no consumo moderno de futebol, dominado por plataformas digitais, e a discussão sobre fim da regra deve retornar nas negociações de direitos para 2028/29. [fonte 1]
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