O dia do Brasil esportivo teve sabor agridoce: enquanto Hugo Calderano e Bruna Takahashi erguiam o ouro nas duplas mistas do Pan‑Americano em Rock Hill [fonte 1], a Seleção Brasileira passou da goleada sobre a Coreia do Sul à dolorosa virada contra o Japão em Tóquio [fonte 5, fonte 4].
Na mesa, a parceria Calderano/Takahashi dominou a final: vitória por 3 a 0, com parciais claras, e o ouro continental que aquece o calendário do tênis de mesa brasileiro; além disso, ambos seguem bem na disputa individual — Calderano derrotou Sid Naresh e terá pela frente Nicolás Burgos, enquanto Bruna eliminou Jessica Lai e encara Mo Zhang nas semifinais [fonte 1].
Na Ásia, a Seleção viveu duas faces: a goleada convincente por 5 a 0 sobre a Coreia do Sul e, dias depois, a derrota por 3 a 2 para o Japão, marcada por uma falha decisiva de Fabrício Bruno que ajudou a abrir caminho para a virada — sinais de que Ancelotti ainda tem pouco tempo para corrigir arestas antes da Copa [fonte 5, fonte 4].
O amistoso também serviu para nomes se firmarem ou se perderem: Paulo Henrique estreou com gol de trivela e ganhou fôlego na disputa por vaga; Bruno Guimarães consolidou sua importância no meio; Estêvão brilhou com gols contra a Coreia. No outro lado, Igor Jesus e Richarlison deixaram poucas respostas, e Fabrício Bruno volta ao exame público após a falha em Tóquio [fonte 5].
E no horizonte maior, a próxima Data Fifa tende a definir 42 das 48 seleções da Copa do Mundo‑2026, desenhando o mapa do Mundial que começa na Cidade do México e terá a decisão no MetLife Stadium, em Nova Jersey; para o Brasil, novembro ficará apenas com amistosos — a expectativa é de confrontos contra Senegal e Tunísia ou Gana como preparação final de Ancelotti [fonte 3].
Entre o ouro do tênis de mesa e as interrogações do futebol, o torcedor oscilou entre o orgulho e a apreensão: celebrar Calderano e Bruna e torcer para que Carlo Ancelotti transforme essa sequência de testes em estabilidade antes do Mundial — opinião que, mesmo crítica, tem defensores como Fabíola Andrade, que não descarta sonhos mais altos para o treinador [fonte 1, fonte 5, fonte 2, fonte 3, fonte 4].
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