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Futebol Neymar volta, mas concorrência na seleção deixa vida do craque mais difícil Igor Siqueira Do UOL, no Rio 25/06/2026 11h00 Atualizada em 25/06/2026 11h00 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Neymar voltou a jogar pela seleção após dois anos e oito meses —e até chorou de emoção. Mas o contexto do retorno é diferente para ele: o espaço para ser titular no time de Carlo Ancelotti está mais acirrado, sobretudo pelo desempenho dos concorrentes nesta Copa do Mundo. Ancelotti pensa em usar Neymar em um destes cenários: na vaga de Matheus Cunha ou como um dos dois atacantes mais adiantados. Ontem, eles foram Rayan e Vini Jr. Foi no lugar de Cunha —o camisa 9 que não é centroavante— que Neymar entrou contra a Escócia, aos 30 minutos do segundo tempo. João Paulo Charleaux Eduardo Bolsonaro prega bombardeio aéreo ao Brasil Gustavo Miller Por que compramos como se não houvesse amanhã Aline Sordili Conta laranja passa pela biometria e deixa rastros Sakamoto Michelle joga um 'Dark Horse' em Flávio Bolsonaro A questão é que o fim da primeira fase da seleção —com a vitória por 3 a 0 que confirmou o Brasil em primeiro do grupo— deixa ainda menor a brecha para cogitar titularidade de Neymar. Vini Jr. é o melhor jogador da seleção. Tem quatro gols em três jogos e é um dos nomes desta Copa. É quem tem sido decisivo e Ancelotti até potencializou taticamente a função dele, para deixá-lo mais solto na frente. Rayan entrou bem como substituto do machucado Raphinha. Além disso, consegue exercer bem a pressão na saída de bola adversária —como no primeiro gol de Vini ontem— e consegue acompanhar as subidas do lateral adversário, quando necessário. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Cunha também assumiu papel de protagonismo nos últimos dois jogos. Fez três gols na Copa, dois contra o Haiti e mais um diante da Escócia. Taticamente, Matheus Cunha ainda é quem consegue fazer um balanço na faixa central do campo que encaixa bem o losango brasileiro no setor. Isso ajuda no desempenho com a bola de Paquetá e Bruno Guimarães, além da sustentação para que Vini tenha liberdade na frente. Ao entrar, Neymar já chegou como dono das batidas de bola parada da seleção —faltas e escanteios. Mas fisicamente, ainda não recuperou completamente o ritmo de jogo. Ele estava há pouco mais de um mês sem parado e teve cerca de 15 minutos em ação contra a Escócia. Continua após a publicidade Então, tanto pelo nível atual de preparação física do camisa 10 quanto pelo que os titulares estão fazendo, é improvável que Ancelotti mexa no time para o início do mata-mata, pensando em encaixar Neymar. Mas o treinador valorizou o tempo que o camisa 10 teve em ação. "Eu acho que teve a oportunidade de jogar porque eu acho que ele merecia jogar. Porque trabalhou no treino para recuperar muito bem, com muita seriedade e muito profissionalismo. Eu acho que nessa Copa do Mundo, por suas qualidades, ele pode ajudar a equipe. Eu acho que jogou bem os poucos minutos que jogou", disse o treinador na coletiva no estádio em Miami. Em outra resposta, Ancelotti acrescentou: Neymar não precisa de motivação para jogar, nenhum jogador precisa disso para jogar com a camisa do Brasil. E com Neymar é o mesmo. Tem 34 anos e tem a mesma paixão que um menino tem para jogar futebol. Mas pensando em voltar a ser titular da seleção, o cenário ainda não é simples para ele. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Três apostas de MG, BA e CE acertam Lotofácil e levam cada R$ 1,3 milhão Operação prende vereador suspeito de elo com PCC em empresa de ônibus em SP Não é só proteína: 10 alimentos que favorecem o ganho de massa muscular O que Ancelotti acha que o Brasil ainda precisa melhorar para o mata-mata 'Eu e meu filho vamos salvar o Vasco', diz Lamacchia sobre interesse na SAF