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Um jogo por 720 dias. Por uma vaga na Libertadores, por um título para salvar uma temporada de turbulências e erros, dentro e fora do campo. O Atlético-MG não entregou o esperado durante os 90 minutos da final da Sul-Americana. Everson fez sua parte, mas não impediu uma queda melancólica do clube nos pênaltis, para o Lanús, da Argentina. + ✅ Clique aqui e siga o canal da torcida do Galo no WhatsApp! Mais notícias do Atlético Confira a lista de reforços contratados pelo Atlético para a temporada Rubens Menin manda recado após vice do Atlético: "Não foi o ano que eu imaginava" Sampaoli fala em "projeto a longo prazo" no Atlético mesmo com possível investimento menor em 2026 O Atlético chegou à final livre do rebaixamento via Brasileiro - obrigação pelo investimento feito e pelas promessas da SAF - mas distante de uma vaga para a Libertadores - a nove pontos do sétimo colocado. Tudo isso fruto de um planejamento mal feito ainda em 2024. De atrasos salariais, contratações sem critério e um buraco deixado no departamento de futebol após a saída de Rodrigo Caetano - tempo que Vitor Bagy ficou no cargo. Sampaoli veio como a esperança final. Contratado pela torcida, deu um novo ânimo ao time para a reta final. Viu uma realidade diferente do que esperava. Enfrentou dificuldades e entregou um time mais organizado e competitivo. Lanús derrota o Atlético-MG nos pênaltis e conquista a Copa Sul-Americana No jogo mais importante, o Galo não rendeu o esperado. Contra uma equipe inferior tecnicamente e financeiramente, não teve a cara do treinador. Um jogo amarrado, difícil de assistir. Mesmo com todos os problemas, criou mais do que o Lanús para sair com o título. Viu o filme se repetir por duas vezes com Biel. De cabeça, livre, colocou sem força. Sozinho, na cara do gol, faltou capricho para tirar do goleiro. 1 de 2
Atacante do Atlético-MG, Biel lamenta chance perdida diante do Lanús — Foto: JOSE BOGADO/AFP Atacante do Atlético-MG, Biel lamenta chance perdida diante do Lanús — Foto: JOSE BOGADO/AFP Quando começa as penalidades e você vê seu adversário, que abre a disputa, perder a primeira cobrança, o primeiro pensamento é: pronto, o título será nosso. Até por, do outro lado, ter Hulk na primeira bola. O camisa sete não fez o seu pênalti e tirou a referência de todo um time. Everson entregou o que se esperava dele. Pegou um pênalti e garantiu sua cobrança. O enredo ainda deu uma nova chance, com o Lanús perdendo uma cobrança para dar o título. Biel foi para a bola e repetiu o que se viu nos noventa minutos. Não soube dar ao Galo à taça. Vitor Hugo tirou qualquer esperança ao bater sem tanta força, terminando a decisão com o time argentino campeão. 2 de 2
Jogadores e comissão do Atlético-MG conversam depois do jogo contra o Lanús — Foto: JUAN MABROMATA / AFP Jogadores e comissão do Atlético-MG conversam depois do jogo contra o Lanús — Foto: JUAN MABROMATA / AFP Libertadores (2024), Copa do Brasil (2024) e, agora, a Sul-Americana (2025). Três vices em um ano. Chegar em decisões é um feito a ser comemorado. Mas de nada adianta apostar todas as fichas em um só jogo no ano se não consegue se provar na final. O sentimento que fica é de um ano todo jogado fora, dependendo de uma sequência perfeita para estar na pré-Libertadores. Assista: tudo sobre o Atlético no ge, na Globo e no Sportv 50 vídeos 🎧 Ouça o podcast ge Atlético 🎧