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Esporte Alemanha quer indenização por naturalização de jogadores 11/11/2025 13h36 Deixe seu comentário A Federação Alemã de Futebol (DFB) quer receber uma compensação financeira por jogadores formados nas categorias de base de suas seleções e que no futuro optem por representar outros países no profissional. "Para mim, não faz sentido que um jogador, treinado principalmente no seu clube durante cinco anos, mas também pela federação como parceiro júnior, possa mudar de associação nacional gratuitamente", afirmou Andreas Rettig, diretor-geral da DFB. "Estamos verificando se existe a possibilidade de uma compensação pela formação quando os jogadores mudam de associação nacional. Este assunto ainda não foi abordado de forma exaustiva. Mas, a formação tem de valer a pena para ambos os lados, tanto para o jogador como para o formador", acrescentou. Reinaldo Azevedo Derrite e a 'versão 2.0' da PEC da Bandidagem Wálter Maierovitch Bolsonaro segue rota contrária à de Sarkozy Ana Carolina Amaral ONG alemã usa chocolate para pedir verba ao TFFF Jamil Chade Governo prevê sanção se igualar facção a terrorismo O caso se intensificou com naturalizações recentes de jogadores alemães que escolheram atuar por outras seleções, como Yildiz e Uzun na seleção da Turquia. Muhammed Damar e Nicolò Tresoldi são outros que pensam em seguir o mesmo caminho. Eles são cobiçados por Turquia e Itália, respectivamente. Porém, a Federação Alemã também já se beneficiou e se beneficia desse movimento dos jogadores. O mais recente é Jamal Musiala , que preferiu a Alemanha à Inglaterra, após jogar nas seleções de base inglesas. Na mais recente convocação de Julian Nagelsmann , pelo menos 12 jogadores poderiam ter optado por representar outras nações. Andreas Rettig também abordou essa situação. "Na Alemanha, 43% das crianças com menos de cinco anos têm dupla cidadania. Quando tiverem mais 10 ou 12 anos, podem decidir se preferem a águia (alemã) ou, por exemplo, o crescente (turco)", começou. "Analisamos as listas de convocados desde os sub-15 até o sub-21 na federação. A porcentagem (de jogadores com dupla nacionalidade) é significativamente superior aos 43% mencionados. Há escalações em que sete ou oito jogadores no onze inicial têm dupla nacionalidade", concluiu. Continua após a publicidade Apesar da intenção, qualquer sistema de compensação financeira teria que ser aprovado e implementad o pela FIFA. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Endividados recorrem à venda de cotas de consórcio, mostra estudo 'Crime organizado não se resolve do dia pra noite com uma lei', diz Gakiya Por que fazer prancha todo dia turbina sua postura e o abdômen MPRJ tenta barrar gastos de R$ 310 mil com cantores gospel em ato religioso Gatos e problemas renais: o que está por trás desse risco e como prevenir