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Futebol Carência de meio-campistas influencia no sistema de Ancelotti na seleção Igor Siqueira e Rodrigo Mattos Do UOL no RIo de Janeiro 10/09/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Breno Bidon em ação durante Corinthians x Rosario Central em duelo da Libertadores Imagem: Joisel Amaral/AGIF A renovação feita por Carlo Ancelotti na primeira convocação após a Copa também atingiu o meio-campo. Foram chamados quatro jogadores que não estiveram no Mundial e apenas dois remanescentes. Bruno Guimarães e Danilo Santos seguem no grupo, sendo o atleta do Arsenal o único titular que sobrou. E as novidades são Breno Bidon, Douglas Luiz e Gabriel Bontempo. Já Andrey Santos retorna à lista depois de não ir aos EUA. É uma tentativa do treinador italiano de desenvolver jovens jogadores para o setor. Mas isso não o impede de reconhecer que continua a haver uma carência de talentos nas posições centrais do campo. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo "Temos que escolher meio-campistas. Aí temos um pouco de carência. Isso vai determinar o modelo de jogo da seleção. Depende das características dos jogadores. Fala-se modelo de jogo da Espanha. Mas ela pode propor porque tem muito meio-campista. Espanha teve uma geração muito boa", explicou Ancelotti. Para ele, o Brasil não tem problemas para as posições na defesa e ataque. E isso significa que a seleção vai voltar a jogar com apenas dois jogadores no meio como o técnico iniciou? Ou vai adotar a formação com três no setor usada na maior parte da Copa? "Na verdade algo mudou na Copa. Começar a jogar com três meio-campistas por conta das lesões dos jogadores afetaram a equipe", contou Ancelotti. Para ele, a qualidade dos atuais jogadores o permite jogar com dois ou três no meio. Ao explicar as características dos convocados, o técnico disse que Douglas Luiz e Andrey Santos são mais posicionais. A tradução é de jogadores que atuam mais fixos, na frente da zaga. Já os outros quatro - Bidon, Bruno, Danilo e Bontempo - são descritos por Ancelotti como "box to box". O que significa que são meio-campistas que atuam da área de defesa até a área de ataque do time. Continua após a publicidade A prioridade para jogadores jovens indica a intenção do técnico de desenvolver atletas que ainda não tem. Por isso, Paquetá (29 anos) e Ederson (27 anos), que estavam na Copa e tem idade para estar no próximo Mundial. A aposentadoria de Casemiro já era mais previsível. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Lula e Janja vão a SC pela 1ª vez na campanha e buscam voto feminino Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump