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Seleção Copa projeta duelo entre Brasil e Japão, pela Copa do Mundo: "Jogo duro" "Foi-se o tempo em que enfrentar o Japão era moleza", foi a tônica do bloco de abertura do Seleção Copa da noite deste domingo, que analisou bastante o confronto entre a seleção japonesa e o Brasil, marcado para segunda-feira, às 14h (de Brasília), em Houston, no Texas, pela segunda fase da Copa do Mundo. O confronto define quem avança às oitavas de final do Mundial. + Veja a tabela da Copa do Mundo — Já foi-se o tempo em que enfrentar o Japão era moleza. Por nós e por eles. Eles cresceram, na última Copa eliminaram a Alemanha na fase de grupos, nos derrotaram, também. Fizeram agora uma fase de grupos muito boa, parelha com a nossa. E a gente não tem mais o nível de outras Copas. Vai ser um jogo duro — disse o jornalista e apresentador André Rizek. O ex-jogador Felipe Melo, comentarista da TV Globo, frisou que a torcida pela Seleção é enorme, mas o alerta precisa ser dado em relação à qualidade dos japoneses na fase atual. — Nós torcemos muito pelo Brasil e isso é um alerta. O futebol evoluiu. Nós torcemos muito pelo Brasil. Vai ser uma surpresa o Brasil golear e também uma surpresa não ganhar. A Seleção vai precisa evoluir para vencer a forte equipe do Japão. Se eu fosse treinador, colocaria pressão alta, sem ser cobertor curto. Ancelotti treinou muito. Japão é diferente de Marrocos, são verticais e se der mole, vai se complicar. Perigo te gera oportunidade. Roubar a bola gera oportunidade. Leia mais: + Técnico do Marrocos critica formato novo da Copa do Mundo + "Para o Paraguai é tudo mais difícil", diz Gustavo Gómez, do Palmeiras 1 de 1
Japão avançou para a próxima fase da Copa do Mundo em segundo lugar do grupo F, atrás da Holanda — Foto: Tim Heitman/Reuters Japão avançou para a próxima fase da Copa do Mundo em segundo lugar do grupo F, atrás da Holanda — Foto: Tim Heitman/Reuters Para o também ex-jogador e comentarista Paulo Nunes, há muita disciplina tática e técnica. — Velocidade, correria e a parte técnica. E nem estou falando de talento, estou falando de entender o jogo, Japão hoje tem isso. Não é lençol e caneta. O respeito também é grande, mas hoje estão mais confiantes e isso pode ser o calcanhar de aquiles. Seleção melhorou na pressão e Brasil pode tirar proveito disso.