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Ontem foi dia de relembrar a Copinha de 2007, aquele duelo que ainda respira nas histórias de base e nos relatos que a memória não deixa apagar. Cruzeiro x São Paulo, final disputada no Pacaembu em 25 de janeiro de 2007, volta a ganhar dimensão como referência para quem cresceu assistindo à competição [ ]. Naquela final, o Cruzeiro abriu o placar aos 33 minutos com Anderson; Thiago empatou aos 3 minutos da segunda etapa; nas penalidades, a Raposa levou a melhor por 6 a 5, conquistando o título e escrevendo na memória o primeiro e único troféu da Copinha para o clube [ ]. Entre os nomes que ficaram conhecidos naquela decisão, Rafael — hoje goleiro do São Paulo — foi um dos protagonistas ao defender cobranças de pênalti pelo Cruzeiro; Guilherme, Maicon e Jonathas formaram a linha de destaques do time mineiro e trilharam caminhos pelo futebol nacional e internacional; Enderson Moreira (técnico) e Marcos Vizolli (auxiliar/técnico) aparecem como referências da época, enquanto Breno, Aislan e Bruno César também aparecem nos relatos daquela campanha [ ]. Este ano, o Cruzeiro surge com o peso daquele histórico de 2007, lembrado pela torcida e pela imprensa que acompanha a Copinha, ainda marcando presença com a ideia de que o time teve 100% de aproveitamento na campanha citada pela matéria [ ]. No fio da memória, ficam curiosidades, o clima da torcida e o sentimento de que o futebol de base continua a compor a linha de frente da história do Cruzeiro e do futebol brasileiro, conectando passado e presente com a cadência das histórias que não se emperram no tempo [ ].