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Ontem o Vasco desenhou o mapa do futuro: a barca de saída ganhou contornos com Paulinho e Mauricio Lemos fora dos planos para 2026, Oliveira encaminhou acerto com o Ceará e outras peças são avaliadas para deixarem o clube. A ideia é abrir espaço na folha e renovar o banco para a temporada que vem, com a janela de transferências ainda em curso [fonte 1], [fonte 2]. , Entre saídas previstas e ajustes de elenco, o ano também ficou marcado pela ascensão de Rayan sob o comando de Fernando Diniz — o garoto passou a brilhar como protagonista da equipe, anotando gols importantes e se firmando como referência após a chegada do treinador. O caminho foi turbulento: Carille deixou o comando em meio a tropeços, e Diniz abriu a agenda de mudanças para a reta final de 2025, enquanto o clube insistia no sonho da Libertadores para 2026 [fonte 2]. Em meio a isso, Puma Rodríguez renovou o contrato até 2027, com opção de extensão, e externou a mensagem de que o Vasco vai por mais — o lateral‑atacante já soma mais de 40 jogos na camisa, e foi protagonista na classificação para a final da Copa do Brasil com uma cobrança decisiva na decisão contra o Fluminense [fonte 3]. Do lado de dentro, a história também teve cabeça de ponte: Admar Lopes entrou com força na janela de meio de ano, chegaram reforços na defesa — Cuesta e Renan — e o time passou por uma reformulação que incluiu Barros, Garré e outros nomes na linha de frente para o Brasileirão. A temporada ainda trouxe o coro da torcida em São Januário e no Maracanã, onde o Vasco viveu momentos altos e baixos, com uma vitória expressiva contra o Santos lembrada como um marco de 2025 e a derrota na Sul‑Americana servindo de alerta para o que precisa melhorar em 2026 [fonte 2]. No campo das contas, o clube encerra 2025 com a assinatura de um novo contrato de patrocínio esportivo com a Nike e avanços para a reforma de São Januário, além da esperança de venda da SAF ainda para o próximo ano. Todo esse movimento aponta para um Vasco mais estável, com a torcida buscando um equilíbrio entre ambição e planejamento, enquanto o presidente Pedrinho encara o desafio de manter o clube em ascensão sem perder a identidade [fonte 2]. Fechando o dia, a pauta não se resume apenas ao que sai, mas ao que fica: Diniz, a quem o clube confiou o projeto, está de volta com a missão de consolidar e elevar o Vasco no cenário nacional, enquanto lembranças da derrota na final da Copa do Brasil convivem com aquela noite em que o Maracanã lotou para o time celebrar a virada. O torcedor permanece atento e esperançoso de que 2026 traga mais consistência, títulos e uma gestão que honre o trabalho feito até aqui. E que, quem sabe, o Vasco encontre o equilíbrio entre sonho e pé no chão. [fonte 2], [fonte 3] ,