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Ontem o Brasil escreveu mais uma página de uma crônica que parece não ter fim: a vitória por 2 a 0 sobre Senegal que acendeu as luzes da promessa em torno de Estêvão, o garoto que parece ter nascido para a Copa do Mundo de 2026. Ele marcou um dos gols e confirmou que o talento pode realmente se traduzir em fatos – e não apenas em suspiros da torcida. [ ] A cobertura de ontem não fugiu da dança entre elogios e comparações: Estêvão tem um estilo que lembra o dinamismo de Lamine Yamal, com aquelaDiagonal que entusiasma e a batida seca que pode desequilibrar defesas, traçando paralelos com o que se vê no Chelsea e na Premier League. Boas leituras também apontam para o futuro, mostrando que o jovem pode ser figura de destaque ao lado de nomes como Cole Palmer, ainda que a cena permaneça de Estêvão sob holofotes. [ ] O impacto é tanto técnico quanto humano: o próprio Carlo Ancelotti elogiou o rendimento de Estêvão em entrevista e sinalizou que já tem nove titulares para a Copa do Mundo, abrindo a possibilidade de o jovem estar entre eles. Se isso acontecer, o Brasil terá mais uma aposta de futuro que parece pronta para justificar o sonho de 2026. [ ] Entre torcidas, a sensação é de que nas mãos de Estêvão está não apenas a bola, mas a crença de que o futebol arte pode respirar com ares modernos: alguém que já nasceu com um subtexto de Messinho na base do Cruzeiro, capaz de entusiasmar o público, mesmo quando o jogo se expande para a arena internacional, com menções ao Chelsea e ao que a Premier League representa. E que venha a próxima rodada contra a Tunísia: o roteiro parece escrito para dizer que o Brasil pode sonhar com dias ainda mais brilhantes. [ ]