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Esporte Futebol Copa do Mundo Como e por que França e Espanha tomaram os lugares de Brasil e Alemanha Paulo Vinicius Coelho (PVC) e Danilo Lavieri Colunistas do UOL, em Boston (EUA) 11/07/2026 05h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Brasil e Alemanha disputaram 19 semifinais das 20 primeiras Copas do Mundo. A única exceção foi a primeira, em 1930, quando o Brasil levou um time brigado entre cariocas e paulistas e os alemães não foram ao Mundial. Nas 19 Copas seguintes, até 2014, sempre havia ou Alemanha ou Brasil entre os quatro melhores do mundo. No século 21, sete Copas, só houve duas em que não havia ou França ou Espanha nas semifinais. Juca Kfouri França x Espanha: final antecipada uma pinóia Ronilso Pacheco Michelle Bolsonaro já tem tudo desenhado PVC Jorge Jesus fala a verdade sobre Neymar e CR7 Casagrande França entrará para história como uma das melhores Em 2002, porque a França era favorita, mas caiu precocemente na fase de grupos, com Zidane sem condição física. E a Espanha saiu reclamando da arbitragem contra a Coreia do Sul nas quartas de final. A outra ocasião foi em 2014, quando a França recomeçava o trabalho fracassado de Raymond Domenech, iniciando com Didier Deschamps, e os então campeões espanhóis sucumbiram na fase de grupos contra Holanda e Chile. Nico Williams, Lamine Yamal e Pedri Gonzalez, da Espanha Imagem: Irina R. Hipolito/Europa Press via Getty Images A França lembra o Brasil do período de 1994 a 2002, quando havia jogadores de potência, técnica e velocidade. Por Cafu, Roberto Carlos, Ronaldo, Ronaldinho e Rivaldo, os franceses têm Dembélé, Olise, Mbappé, Doué e Barcola. A Espanha não é igual à Alemanha. Tem parte de sua resiliência. Mas o estilo é muito mais Brasil de 1982. "Meu pai via aquele Brasil e me falava", já afirmou Josep Guardiola. O futebol espanhol tem a mesma paciência para circular a bola que a seleção de Telê possuía. A diferença é que pressiona a saída do adversário para, depois de perder a bola, recuperá-la o mais rápido possível. Continua após a publicidade A Alemanha sempre foi mais direta, joga em direção ao gol. Nunca retranqueira, como Uruguai e, por vezes, Itália. Sempre forte. É a Espanha de hoje. A França tem o cuidado com a formação de jogadores e o respeito pelo ataque. Neste sentido, pode ser o novo Brasil. Mbappé comemora gol da França contra a Suécia, pela Copa do Mundo Imagem: Dustin Satloff - FIFA/FIFA via Getty Images Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Carros chineses mal chegam ao Brasil e mudam pouco depois; entenda o motivo Resumo da novela 'Quem Ama Cuida' da semana: capítulos de 11/7 a 18/7 Final antecipada uma pinóia! Estados Unidos divulgam fotos de óvni tiradas por astronautas em 1996 Trump ameaça dizimar o Irã com mil mísseis se sofrer tentativa de atentado