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Futebol Qual a cara que Ancelotti quer dar à seleção com time que treinou na Granja Igor Siqueira e Pedro Lopes Do UOL, no Rio de Janeiro 29/05/2026 20h52 Deixe seu comentário Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira Imagem: Rafael Ribeiro/CBF Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Em um cenário afetado diretamente pelas lesões na reta final da temporada europeia, o técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, começou hoje, na Granja Comary, a desenhar o time que tem cara de Copa do Mundo. Na primeira atividade em Teresópolis em que de fato separou os jogadores entre titulares e reservas para o trabalho de campo, as escolhas já mostram o ponto de partida que será usado contra o Panamá, domingo, e já desponta como favorito para a estreia no Mundial, contra o Marrocos. Há apenas uma ressalva: a zaga titular ainda não está com a seleção, já que Marquinhos e Gabriel Magalhães jogarão a final da Champions League, neste sábado. Milly Lacombe O melhor e mais dramático duelo da Libertadores Josias de Souza Bolsonarismo trai o Brasil ou é só hipocrisia? Sakamoto Clã Bolsonaro confunde patriotismo a subserviência André Santana Decisão de Trump é cortina de fumaça Tirando isso, a seleção tem um cenário mais claro das armas à disposição com a formação escolhida por Ancelotti: Wesley, Bremmer, Léo Pereira e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães; Luiz Henrique, Raphinha, Matheus Cunha e Vini Jr. A cara do ataque A principal dúvida era como seria o desenho do setor ofensivo do time, nessa plataforma 4-2-4. Apesar de nomes em ascensão na convocação, como Endrick, Igor Thiago e Rayan, a escolha de Ancelotti foi Luiz Henrique. A opção é por um jogador que mostrou serviço em jogos recentes pela seleção e mostrou uma capacidade de desequilibrar defesas adversárias. Ancelotti recorre a quem tem um bom arranque, bom 1 x 1 e tem gerado jogo poro ali. Luiz Henrique já tinha ido bem na época de Dorival Júnior. Sob o comando de Ancelotti, teve o nome gritado pela torcida no Maracanã, na vitória contra o Chile por 3 a 0. Ele participou diretamente de dois gols. Já neste ano, contra a França, veio dele a ousadia e a injeção de ânimo no segundo tempo, depois de uma primeira etapa muito ruim do Brasil. Continua após a publicidade Com Luiz Henrique na direita, quem passa a ter uma função mais centralizada é Raphinha. Sem a bola, ele formará a dupla que marcará mais adiantado, ao lado de Vini Jr. Matheus Cunha, na fase defensiva, vira ponta pela esquerda. Quando o Brasil recuperar a bola, faz movimentos entre as linhas adversárias em busca de espaço e combinações para alimentar Vini. Wesley lateral Na linha de defesa, Ancelotti teria Eder Militão, caso a lesão na coxa direita não acontecesse tão perto da Copa. O zagueiro que seria lateral abriu a brecha para a convocação de Ibañez. De todo modo, o técnico parte com Wesley entre os titulares, como aconteceu contra a França. Na Roma, Wesley joga de ala pela esquerda. Embora tenha evoluído defensivamente, tem como características primárias atacar. Continua após a publicidade O corredor direito do Brasil é forte no apoio. Luiz Henrique é bastante agudo. Se Wesley fizer ultrapassagem por ali, pode dar trabalho à marcação. Contra a França, uma subida dele gerou a expulsão de Upamecano. Na lateral esquerda, Alex Sandro vai compensar essas subidas de Wesley. E isso puxa o ponto de interrogação sobre a seleção para jogos grandes: até que ponto esse time estará equilibrado defensivamente? Esse assunto foi um dos primeiros problemas atacados por Ancelotti. Os jogadores até conversaram com ele que estavam precisando de solidez defensiva. Parte do trabalho inicial foi reorganizar a marcação brasileira. Contra o Panamá, a tendência é que o Brasil seja pouco incomodado nesse ponto. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Resumo da novela 'Coração Acelerado' da semana: capítulos de 30/5 a 6/6 Cinco apostas acertam Lotofácil e levam R$ 723 mil cada; confira as dezenas 'Ele que foi melhor': Djokovic elogia Fonseca após derrota em Roland Garros 5 táticas com base científica para eliminar a gordura visceral Corinthians teve azar no sorteio da Libertadores? Comentaristas opinam